Dependendo do tamanho do geode (ou geodo), os maiores deles podem levar um milhão de anos para crescer. Então, como é que existe um objeto metálico, aparentemente artificial, incorporado em um desses geodes?
Ao longo dos anos, pesquisadores, arqueólogos e pessoas comuns encontraram uma série de artefatos documentados que foram “recuperados” de sedimentos muito antigos, minas de carvão, minerais, pedras e até geodes.
Muitos desses itens são anomalias e apontam para a possibilidade de que a história da nossa civilização seja completamente errada – ou se preferir, parcialmente correta.
Todas essas descobertas parecem indicar que uma história muito diferente foi registrada em nossos livros de história e que a maioria dos estudiosos de tendência predominante é incapaz de encarar o fato de que há coisas lá fora que reescrevem completamente a nossa história.
Muitas provas foram descobertas ao longo dos anos, mas, apesar disso, a história ainda não está sendo revisada e, por algum motivo, parece que muitos tentaram esconder ou suprimir tais descobertas. A pergunta que permanece é: por que? Por que tais descobertas são imediatamente desconsideradas pelos especialistas? E por que é tão difícil manter uma mente aberta sobre essas descobertas?
A verdade é que artefatos impossíveis foram encontrados nos lugares mais incomuns da Terra e uma dessas descobertas – de uma peça aparentemente inquebrável de metal desconhecido – foi feita por um homem chamado Mike Walters, um geólogo amador.
Segundo os relatórios, Mike – que muitas vezes se depara com tais geodes – ele encontrou um estranho geode e, após abri-lo, ficou impressionado com seu conteúdo. Uma espécie de objeto metálico, parecido com um anel, estava embutido dentro dele. Segundo o e-mail de Mike, ao programa de rádio estadunidense Coast-to-Coast, “nunca encontrei nada assim: parece ser um metal polido de origem artificial”.
Então, quem na Terra poderia ter criado esse objeto de metal extremamente antigo? E como é possível que ele tenha sido incorporado no Geode? Além disso, o objeto dentro do Geode permaneceu encapsulado por um período de 200 milhões de anos, de acordo com esta declaração.
Então, o que estamos vendo aqui? Um artefato alienígena? Evidência de uma civilização extremamente avançada que vivia na Terra? Ou há outra explicação?
Aqui está o e-mail de Mike para AM Coast-to-Coast:
Meu nome é Mike Walters e sou um geólogo amador. Muitas vezes eu encontro geodes. Um geode pode se formar em qualquer cavidade dentro de uma rocha, mas o método mais comum para a formação de geodes é através de bolhas de gás que se formam no arrefecimento de camas de cinzas.
A bolha fica “congelada” quando a cinza rica em sílica endurece. O preenchimento parcial ou completo da bolha pode ocorrer imediatamente ou mesmo milhares a milhões de anos depois, e pode abranger uma variedade de minerais diferentes.
Abri milhares deles e encontrei belos depósitos de cristais e minerais. No entanto, nunca encontrei nada assim: parece ser um metal polido de origem artificial.
Usamos um disco de corte especial para abrir as pedras. Notei algo estranho com a pedra; o disco de corte não cortou, eu tive que cortar circunferencialmente ao redor do geode para abri-lo e encontrei esse objeto. Usei ácido sulfúrico para dissolver os minerais restantes para libertar o objeto. Infelizmente, o geode restante foi dissolvido, no entanto, o objeto metálico está intacto. Eu pretendo pedir a um médico amigo que faça alguns raios-X do objeto.
A sociedade precisa de um certo tipo de ordem para garantir a segurança e
a justiça para os cidadãos. Alguns acreditam que ter um sistema melhor é
eliminar qualquer tipo de ameaça e crime. É preciso atualizar e
aumentar a quantidade de segurança e vigilância em geral. Cientistas da
China estão desenvolvendo uma segurança super avançada, a inteligência
artificial que prevê qualquer crime antes de acontecer, bem como o
famoso filme de ficção científica 'Minority Report'. Por exemplo,
se um cidadão visitar uma loja de armas a empresa pode combinar isso
com outros dados para avaliar as chances do indivíduo de cometer um
crime.
O porta-voz da Cloud Walk, Fu Xiaolong, disse: "A polícia está usando um
sistema de classificação de dados grandes para avaliar grupos altamente
suspeitos de pessoas com base em onde eles vão e o que eles fazem".
Algumas pessoas pensam que isso pode ser um passo para uma Nova Ordem
mundial altamente controlada e opressiva. Veja o seguinte vídeo para
saber mais!
Neste dia, os Maias se preparavam para um novo ciclo.
É um dia para perdoar, soltar, liberar o que não nos serve mais e nos
abrirmos para recarregar e recomeçar, pautados no AMOR E GRATIDÃO por
tudo que recebemos no ciclo anterior.
O próximo ano novo Maia/Egípcio, o ano Semente Cósmica Amarela, vai de 26/07/2017 a 24/07/2018.
Durante sua permanência no planeta Terra os Maias cósmicos (seres
interdimensionais) nos ensinaram os segredos do tempo galáctico, cientes
dos ciclos lineares limitadores a que todos nós seres humanos fomos
submetidos. Sabiam que tínhamos perdido a habilidade natural de perceber
os ciclos de Luz Cósmica ao longo de nossa existência, e que esta forma
linear do tempo atual é controladora e esconde os verdadeiros aspectos
multidimensionais do tempo.
A contagem do tempo Maia se baseia em 13 ciclos lunares de 28 dias por
ano solar, perfazendo 364 dias, mais um chamado de ‘Fora do Tempo’...
Os Maias consideram este dia como uma grande oportunidade de reciclar,
recomeçar, recarregar as energias, liberar o que já não é mais preciso,
agradecer por tudo que foi recebido no período anterior em todos os
aspectos.
Agradecendo inclusive mesmo os momentos aparentemente ruins ou
dramáticos, pois terão sido importantes aspectos de nosso aprendizado e
evolução como seres humanos cuja essência é espiritual.
Nesse dia, que manifesta uma maior conexão com a Essência Geradora, os
antigos Maias reservavam muito tempo para orar, meditar e receber a
orientação interior quanto aos próximos passos a serem dados no Caminho
em direção ao Pai.
No dia 26 de Julho recomeça um novo ciclo com o nascimento astronômico
de Sirius, que se eleva no horizonte junto com o Sol, trazendo uma
energia de limpeza e purificação interior, trabalhando
sutilmente nossos corpos sutis, principalmente o emocional.
25 de Julho - O Dia Fora do Tempo
Colaboração - Vilma Capuano
O dia-fora-do-tempo no Calendário MAIA, é comemorado como “o Dia do
Perdão Universal”, e é uma forma de experimentar a total liberação da
prisão no tempo. (Dia Vazio também pelos astecas).
Em 26 de julho de 2017 começa o novo ano do Calendário Maia /Egípcio. Um
grupo de sacerdotes do Egito emigrou para a América, e encontraram os
Maias, guardadores dessa sabedoria, e permaneceram com eles, num
encontro nunca admitido pelos Historiadores.
Esse dia marca o ressurgimento da estrela SÍRIUS, minutos antes do
nascer do Sol, a principal e mais brilhante estrela da Constelação Canis
Major, conhecido como HELÍACO DE SÍRIUS.
Para os povos antigos, e seus iniciados, esse era o momento mais sagrado
do ano. As nações indígenas da América do Norte, os chineses, hindus,
caldeus, babilônios, sumérios, assírios, hebreus, os Dogons da África,
também celebraram/celebram SÍRIUS, ÓRION e PLÊIADES.
Os templos construídos eram voltados para o Leste, como o de Salomão em
Jerusalém, Stonehenge, Baalbek (Líbano), para que no nascimento do
Helíaco de SÍRIUS um raio de luz da estrela penetrasse no ponto
conhecido como “Sanctun Santorum” (O Santo dos Santos) no interior dos
templos.
Sírius é vista como elo de ligação no acesso a um estado de consciência
mais elevado que auxilia na aceleração da evolução do nosso planeta e da
humanidade cuja energia fundamental está associada ao Princípio
Feminino do Divino, à energia da Deusa: ÍSIS (LUZ).
A passagem da Luz iluminando a Escuridão.
O novo Ano é o da Semente Cósmica Amarela.
Uma matemática da 4a. Dimensão.
“Possua o seu próprio tempo e você conhecerá a sua própria mente ”
Exércitos de todo o planeta, mais as super potências com a mais recente
tecnologia militar estão indo para a Antártida esperando o despertar de
uma raça alienígena muito mais avançados do que nós. Onde foram capazes
de hibernar em maquinas de criogenização por milhões de anos.Assista o
vídeo e tire suas próprias conclusões, estamos a beira de uma Guerra
contra Alienígenas?
Os textos sânscritos estão repletos de referências a deuses e batalhas lutadas no céu, usando vimanas poderosas, equipadas com as armas mais sofisticadas e mortíferas.
Na antiguidade havia (permanentes ou temporariamente) várias raças na Terra. Algumas delas lutaram pelo domínio do nosso planeta.
As histórias desses encontros foram continuamente transmitidas oralmente de geração em geração, até serem finalmente escritas ao longo dos séculos.
Hoje podemos ler sobre elas em épicos sagrados, tais como “Ramayana”, “Mahabharata”, “Bhagavata Purana” e outros.
No final do século XIX, o iogue indiano Swami Vivekananda foi o primeiro a apresentar a religião e a filosofia védica nos Estados Unidos e na Europa. Ele se encontrou com as grandes mentes científicas, como Edison, Lord Kelvin e o nosso brilhante cientista, Nikola Tesla. Tesla foi inspirado profundamente pelos conceitos e conhecimentos de Vivekananda, o qual os obteve dos Vedas indianos.
Ele também estava fascinado com a cosmologia védica e seus conceitos e entendeu que eles complementavam perfeitamente as teorias ocidentais já existentes.
No entanto, Tesla não conseguiu “mostrar a identidade da energia e da matéria … A prova matemática do princípio só chegou cerca de dez anos depois, quando Albert Einstein publicou seu artigo sobre a relatividade. O que era conhecido no Oriente durante os últimos 5.000 anos, acabou sendo conhecido pelo Ocidente …” (Tesla Memorial Society of New York).
Os textos védicos dizem que o “carro aéreo” – que conhecemos como Vimana – poderia se mover como um OVNI, de qualquer forma que o piloto quisesse – para cima, para baixo, para frente ou para trás. Ele tinha o formato esférico e voava a grande velocidade através do uso de um poderoso vento gerado pelo mercúrio. Aparentemente, o mercúrio desempenhou um papel importante na propulsão dos “carros celestiais” descritos frequentemente em textos sânscritos antigos.
Em seu livro “The Anti-Gravity Handbook” (‘O Manual Antigravidade’, em tradução livre), David H. Childress menciona ainda outra fonte indiana, o Samar e diz:
Vimanas eram ‘ máquinas de ferro, bem constituídas e lisas, com uma carga de mercúrio que disparava pela parte traseira, sob a forma de uma chama que bramia.
Seria possível que o mercúrio tenha algo a ver com o sistema de orientação e de propulsão das Vimanas? Poderia a descoberta soviética de “instrumentos antigos usados na navegação de veículos cósmicos” em cavernas distantes do Turquestão e do Deserto de Gobi, provar a importância do mercúrio nos sistemas das Vimanas?
Esses instrumentos misteriosos foram descritos como objetos hemisféricos de vidro ou porcelana, terminando em um cone com uma gota de mercúrio no seu interior.
Redescoberto em um templo na Índia em 1875, o “Vaimanika Sastra” é texto sânscrito (século IV A.C.) sobre a tecnologia aeroespacial.
Bharadwaja, o Sábio, compilou informações sobre as Vimanas de pelo menos oitenta textos anteriores e épicos védicos para seu livro “Vaimanika Sastra”. Os estudiosos que encontraram o trabalho em 1918 na Biblioteca Real Sânscrita de Barbuda, no norte de Bombaim, na Índia, verificaram a autenticidade do trabalho de Bharadwaja, bem como os manuscritos consultados quando ele os reuniu.
O trabalho inclui descrições detalhadas de veículos voadores para aviação civil e guerra, aeronaves de dois e três andares, aeronaves de transporte de carga e aeronaves de passageiros utilizadas para o transporte de 400 a 500 pessoas.
Também estão incluídos detalhes de construção (31 peças essenciais desses veículos e 16 materiais a partir dos quais eles foram construídos, que absorvem luz e calor; instruções para pilotos, dimensões precisas e descrições de que tipo de metal e outros materiais seriam mais adequados para a construção de aeronaves, inclusive aparelhos que não pegavam fogo nem quebravam.
Bharadwaja, o Sábio, se refere a não menos de 70 autoridades e 10 especialistas em viagens aéreas na antiguidade. Infelizmente essas fontes estão perdidas hoje.
É altamente duvidoso que qualquer poeta, mesmo o mais brilhante, poderia ter criado esse tipo de “contos de fadas de alta tecnologia” com descrições precisas de armas poderosas e veículos avançados.
Por outro lado, é provável que os escritores posteriores às Vimanas escrevessem como observadores e sobre textos muito anteriores, e ficassem compreensivelmente confusos com o princípio de sua propulsão ou outros detalhes técnicos.
Vimanas poderosas, gigantes e menores, projetadas para apenas um passageiro, são descritas nestes textos. Ao lado delas, há descrições de “cidades voadoras”, movendo-se no espaço e quase auto-suficientes. Essas “cidades” – objetos gigantes que giravam em torno de seu próprio eixo – eram espaçosas e ricamente decoradas. Tais cidades cósmicas tinham portões especiais para a chegada de naves e constantemente orbitavam a Terra.
Também o “Samaranganasutradhara” descreve como os veículos foram construídos. O trabalho, que nos dá uma visão do conhecimento tecnológico indiano antigo, tem um dos seus oitenta e três longos capítulos dedicado aos vários dispositivos mecânicos e explica a construção de carros aéreos no formato de pássaro. Também pode-se encontrar alguns versos que falam sobre os robôs destinados a atuar como guardas.
Moradores de Oriximiná, no interior do Pará, flagraram uma “aparição” no
céu, na tarde da última quinta-feira(20) que deixou toda a cidade em
choque.
A aparição foi vista de vários pontos do município, populares tiraram
diversas fotos que vitalizaram na internet. Ainda não se sabe exatamente
o que é, mas aparenta ser apenas uma nuvem com um feixe de sol.
Porém, muitos acreditam que seja um sinal do fim dos tempos. Veja algumas fotos:
Na década de 60, enquanto o Homem conquistava o espaço e fazia suas
primeiras expedições lunares, Isaac Asimov, professor de bioquímica na
Universidade de Boston, já repercutia a estranha ideia de que a Lua não
seria um objeto cósmico natural, mas sim, um satélite artificial
colocado na órbita terrestre há milhares de anos por alguma inteligência
superior.
Por mais absurda que possa parecer tal proposição, a verdade é que a
cada dia que nossa tecnologia avança, mais e mais cientistas modernos
afirmam que Asimov estava correto e defendem a polêmica tese de que a
Lua, na verdade, esconde um dos maiores segredos de todos os tempos,
capaz de mudar para sempre o rumo e o entendimento sobre a humanidade. E
isso, não apenas por um único motivo, mas por dezenas de diferentes
evidências científicas, que podem ser assim resumidas:
1) A LUA É OCA:
Em seu livro “Moongate: descoberta Suprimidas do Programa Espacial
Americano”, o engenheiro nuclear William Brian II descreve que
evidencias recolhidas durante experiências sísmicas realizadas pelo
programa Apolo, evidenciam que a Lua é Oca e, em todo o lugar em que ela
não é oca, ela seria fantasticamente rígida.
Confirmando estas observações, apurou-se que a densidade da Lua é 3.34
gm/cm3, ao passo que o da terra é de 5.5 gm/cm3 . Ou seja, a densidade
da Lua seria de apenas 60% da densidade da Terra, o quê, na palavras do
cientista da NASA, Dr. Gordon MacDonald, indica que “o interior da Lua
seria de alguma forma oco, e não uma esfera homogênea”.
Na mesma linha, o químico Dr. Harold Urey apontou que esta densidade da
Lua só pode ser devida a enormes cavidades existentes em seu interior. E
esta mesma conclusão é tirada por diversos outros cientistas como o Dr.
Sean C. Solomon do MIT – Massachusetts Institute of Technology que
afirmou que “Os experimentos sobre a órbita lunar aperfeiçoaram o
conhecimento do campo gravitacional lunar e indicaram a assustadora
possibilidade da Lua ser oca”.
E porque este fato seria assim tão “assustador” como mencionou Dr. Solomon?
Nas palavras do famoso astrônomo Carl Sagan, simplesmente porque “um satelite natural não pode ser um objeto oco”.
Em novembro de 1969, durante a expedição da Apollo 12, a NASA fez um
experimento interessante para um estudo sísmico na Lua: deixou o módulo
lunar colidir com o solo, causando um impacto equivalente a 1 tonelada
de TNT. Estranhamente, as ondas de choque do impacto (terremoto
artificial) demonstraram que lua soou como um sino, em uma reverberação
que durou quase uma hora. Como afirmou Ken Johnson, supervisor dos dados
e controle de foto do departamento, “a Lua igualmente balançou de uma
forma tão precisa que era como se ela tivesse um gigante amortecedor
hidráulico em seu interior”.
Este experimento foi repetido pela Apollo 13, com resultados ainda mais
impressionantes. Os instrumentos sísmicos registraram reverberações que
duraram mais de 3 horas e vinte minutos e que viajaram a uma
profundidade de 40 quilômetros, levando a conclusão de que a Lua de fato
tem um núcleo muito sutil, se tiver núcleo.
2) SUPERFÍCIE REFORÇADA CONTRA QUAISQUER IMPACTOS:
Sendo a Lua oca, seria natural que impactos de meteoritos a
despedaçassem com enorme facilidade. Porém, para espanto geral da
comunidade científica, descobriu-se que o oposto acontece com sua
superfície, que é inexplicavelmente muito mais resistente do que a mais
fantástica previsão.
A “casca” lunar funcionaria como um incrível escudo protetor.
Estes dados são facilmente medidos pela “profundidade das crateras”
existentes na Lua. Em resumo, quando um meteorito cai na Terra, por
exemplo, ele sofre uma natural “desaceleração” pelo atrito do ar ao
entrar na atmosfera. Isso faz com que ele atinja o solo mais fragmentado
e com menor velocidade. A partir daí, há estudos matemáticos que fazem a
relação direta entre o diâmetro da cratera com sua profundidade
(largura e profundidade do buraco causado pelo impacto do meteorito no
solo). Uma vez que a Lua não tem atmosfera, o esperado é que as crateras
lunares fossem muito mais profundas e avassaladoras do que as da Terra.
Porém, surpreendentemente ocorre o contrário. Lá, os impactos são
imensamente “menores”. E por qual motivo isso acontece? Descobriu-se que
o material com que a superfície da Lua é formado é tão
extraordinariamente resistente que crateras com mais de 290 km de
diâmetro não ultrapassam 6,5km de profundidade. Se a Lua fosse um pedaço
de rocha homogêneo, estes buracos deveriam ser ao menos 4 ou 5 vezes
maiores.
Como se isso não bastasse, o solo das crateras, ao invés de serem
côncavos, são geralmente planos ou convexos, o que confirma esta enorme
“resistência” do solo lunar.
Só neste fato existem dois grandes mistérios: a confirmação de que a Lua
não é homogênea e a observação de que sua verdadeira composição é um
verdadeiro mistério. Mikhail Vasin e Alexandre Shcervakov propuseram com
base em uma série de estudos, que a crosta da Lua seria protegida por
uma inexplicável camada de Titânio, que estaria homogeneamente espalhada
a uns 32 km de profundidade.
Ou seja, o centro da Lua que seria oco, é ainda protegido do impacto de
meteoros ou bombas por uma impenetrável camada de um material
incrivelmente resistente. Alguma semelhança com o que seria esperado de
uma “estação espacial” com tecnologia extremamente avançada? Pois
certamente, nenhuma semelhança guarda com o que se esperaria de um
satélite “natural”.
Não por acaso que Dr. Robert Jastrow, o primeiro presidente da comissão
da Exploração Lunar da NASA, também afirmou que “a Lua de fato pode ser
um satélite artificial, criado por alguma “inteligência desconhecida”.
3) METAIS DA SUPERFÍCIE MAIS PESADOS QUE OS DO CENTRO:
A Geologia ensina que os objetos mais pesados afundam e os menos
pesados ficam mais para a superfície. Porém, contrariando também esta
regra básica, na Lua acontece o oposto. Tanto as constatações diretas
(amostras recolhidas) quanto as matemáticas, demonstram que os metais
existentes na superfície da Lua são mais pesados do que os do centro.
Na Lua, enquanto sua superfície é composta 80% por titânio, o seu centro é mais sutil ou oco. Isso não faz nenhum sentido!
Como disse D. L. Anderson, professor de Geofísica e diretor do
laboratório sismológico do Instituto de Technologia da California: “A
Lua é feita ao avesso. A composição de seu centro e de sua superfície
deveriam ser exatamente ao contrário”.
Curioso observar-se, ainda, que não existe essa quantidade de Titânio no planeta Terra inteiro!
Seria mais uma evidência de estarmos tratando de uma espaçonave, inteligentemente construída com esse propósito?
4) A LUA TEM ELEMENTOS QUE NÃO DEVERIAM ESTAR LÁ:
Mikhail Vasin e Alexandre Shcervakov, da Academia Soviética e ciência,
chegaram até a escrever um artigo denominado: “A lua é uma criação de
Extraterrestres Inteligentes?”
Tão arriscado “tema” para pessoas do mundo científico não era sem razão.
Entre diversas outras coisas, eles questionavam a absoluta estranheza
da existência de certos materiais na Lua como: titânio (como a Lua
poderia ser tão dura e conter uma taxa de titânio tão elevada?), Latão
(que é conhecidamente um metal “processado”); Urânio 236 e 237 Neptunium
(que NUNCA foram encontrados naturalmente. O urânio 236 é um tipo de
rejeito nuclear radioativo e o neptunium 237 é radioativo e subproduto
de reatores nucleares e da produção de plutônio).
Igualmente curioso, que o titânio da Lua (que por si só já não deveria
existir nestas assombrosas quantidades) é dez vezes mais rico do que o
Titânio encontrado no planeta Terra
De onde então vieram estes elementos lunares?
Dr. Harold Urey (Prêmio Nobel de Química) desabafou: “Estou
absolutamente pasmo com as rochas da Lua, em particular seu conteúdo de
Titânio”.
5) INEXPLICADA ORIGEM DA LUA:
É possível que o Homem não tenha descoberto até hoje de ONDE veio a Lua?
A resposta é um sonoro SIM. Não apenas é possível como isto é um fato. A
própria origem da Lua permanece até hoje um grande mistério. Afinal ,
se ela é um corpo natural, de ONDE ela veio?
Existem 3 teorias clássicas que tentam explicar sua origem. Porém,
curiosamente nenhuma delas é minimamente satisfatória, o que deixa os
cientistas sem uma resposta unânime até os presentes dias. Essas 3
teorias seriam: i) a Lua era uma parte da Terra que se soltou por
decorrência de um grande impacto. Porém, se a Lua tivesse a mesma origem
da Terra, seria IMPOSSÍVEL ela ter uma composição tão diferente da
terrestre. Como visto, a lua é composta por metais e elementos que não
são encontrados naturalmente na Terra, ou que, se o são, são em índices
infinitamente inferiores. ii) a Lua teria sido formada ao mesmo tempo
que a Terra pela mesma nebulosa primordial. Neste caso, o problema seria
exatamente o mesmo da primeira teoria. As composições químicas destes
dois corpos celestes precisariam ser semelhantes, o que não são, iii) a
Lua estaria vagando pelo espaço e, em determinado momento, teria sido
atraída pela gravidade da Terra. O problema desta teoria é matemático. A
chance disso acontecer, em especial com um satélite que tem um tamanho
de ¼ do da Terra, e ainda criar uma órbita circular (e não bastante
elíptica ou excêntrica) é praticamente nula. Como ressaltou Isaac
Asimov:
“Ela (a Lua) é grande demais para ter sido (gravitacionalmente)
capturada pela Terra. As chances dessa captura ter ocorrido e de que a
Lua em seguida tenha tomado uma órbita quase circular ao redor da Terra é
pequena demais para sequer ser considerada”.
Então, de ONDE veio a Lua?
As palavras de Irwin Shapiro (Harvard-Smithsonian Center for
Astrophysics), demonstram bem esta inconformidade: “A melhor explicação
para a Lua é um erro de observação. A Lua Não existe… Ela é tão
extraordinária que todas as explicações para sua presença são tão
frágeis e complicadas que nenhuma delas pode ser minimamente
considerada”.
Na mesma linha segue Robin Brett, respeitável cientista da NASA, ao
afirmar que “parece mais fácil explicar a não existência da Lua do que a
sua Existência.”
Percebe-se portanto, que não é por acaso, nem por falta de evidências,
que a quarta teoria sobre a origem da Lua, qual seja, a de que ela teria
sido colocada na órbita da Terra de forma inteligente, está sendo a
cada dia mais acatada e respeitada por cientistas ao redor de todo o
mundo.
6) A LUA É MAIS VELHA DO QUE A TERRA:
Como visto, não se sabe de onde a Lua veio e nem como ela entrou na
órbita terrestre. Porém, datações de carbono demonstram, contra todas as
expectativas, que enquanto a Terra tem 4,6 bilhões de anos, a Lua teria
5,3 bilhões. Ou seja, ela JÁ EXISTIA em algum lugar do Universo 700mil
anos antes da existência do próprio planeta Terra, e teria vindo para
cá, não se sabe quando nem como.
7) A ÓRBITA DA LUA DESAFIA TODA LÓGICA CIENTÍFICA:
Curiosamente, a Lua não gira como um corpo celeste natural. Ela é o
único satélite conhecido que tem uma órbita perfeitamente estacionária e
circular, girando assim de forma absolutamente diferente à esperada e
observada em outras luas do sistema solar.
O mais surpreendente, é que justamente por causa disso, ela gira na
forma e velocidade EXATAS para acompanhar o movimento de translação
terrestre, o que faz com que NUNCA possamos ver o seu Lado Oculto.
Sim, pois desde que nascemos, só o que conseguimos ver é o MESMO lado da
Lua, noite após noite, enquanto o seu lado “detrás”, chamado de Lado
Oculto, permanece misterioso para qualquer ser humano que viva no
planeta Terra.
Seria de se esperar que, ainda que fossem poucos metros ao longo de
décadas, a lua tivesse um giro ao menos levemente desassociado em
relação ao da Terra, que fosse lentamente revelando esta face oculta.
Mas não é o que acontece! De maneira inexorável, a Lua gira sempre
EXATAMENTE na forma e velocidade necessárias para garantir que seu lado
obscuro NUNCA se vire para o planeta Terra.
A possibilidade matemática desta coincidência é virtualmente NULA. Neste
cenário, se for trazido o elemento “inteligência” ao fato, ter-se-ia
100% de certeza de que algo esteja sendo escondido da humanidade no Lado
Oculto da Lua.
8) CARACTERÍSTICAS GRAVITACIONAIS ANORMAIS:
O centro gravitacional da Lua está 6000 pés mais perto da Terra do que o
seu centro magnético. Esta discrepância é tão grande (daquilo que se
esperaria) que os cientistas não conseguem explicar como a Lua consegue
se manter nesta sua órbita perfeita sem alterações.
Igualmente estranho, é que as características gravitacionais da Lua
correspondem ao exato número para que ela não escape à gravidade da
terra sendo aos poucos puxada pelo Sol, como seria o de se esperar com
base na lei Gravitacional universal.
Por fim, a expedição apolo VIII registrou que havia uma força
gravitacional muito maior quando voavam perto das áreas oceânicas da Lua
do que nas outras regiões, gerando “inconsistências gravitacionais”.
Normalmente, a gravidade de um corpo celeste é distribuída de forma bem
homogênea ao seu redor, não sendo porém o que acontece na Lua, o que
demonstra que ela não é um corpo homogêneo em seu interior.
9) MARES LUNARES E CRATERAS COM ORIGEM INEXPLICADA:
Evidências demonstram que algumas crateras da Lua foram criadas por
procedimentos internos, ou seja, não teriam sido originadas por impactos
de meteoritos, mas sim por movimentos tectônicos. Porém, o que chama
atenção é que esta constatação contraria outra: a de que a Lua nunca foi
quente suficiente para gerar vulcões.
Nesta mesma contradição estão os mares lunares, que são gigantes
extensões supostamente formadas por lava endurecida. Porém, como isso
seria possível em um corpo celeste que “não tem lava em seu interior?”
O Dr. S. Ross Taylor (geoquímico de analises químicas lunares) explica a
impossibilidade dessa formação de maneira natural: “Se dissessem que
uma região do tamanho do Texas teria de ser coberta com rocha derretida
contendo fluido de Titânio, ninguém esperaria que fosse possível haver
na Terra calor suficiente para isso acontecer. E ninguém nunca sequer
insinuou que a Lua possa ser mais quente do que a Terra. O que então
poderia distribuir Titânio deste jeito (na Lua)? Uma altamente avançada
tecnologia desenvolvida e operada por entidades imensamente mais
desenvolvida do que a humana”.
10) ROCHAS MAGNETIZADAS SEM CAMPO MAGNÉTICO:
Outra característica que faz crer que a Lua foi “projetada” é a de que,
embora não tenha um campo magnético próprio, as rochas lunares são
magnetizadas.
11) ASSIMETRIA GEOGRÁFICA:
No lado escuro da Lua (aquele que não pode ser visto da Terra) existem
uma diversidade de montanhas e irregularidades geográficas. Porém,
justamente na face visível da Lua, é que estão 80% das áreas oceânicas.
Esta disparidade e coincidência intriga os cientistas. Mais uma vez,
parece que por algum motivo proposital estas características entre os
dois lados da Lua (o secreto e o não secreto) foram “preparadas”.
PORQUE A LUA TERIA SIDO COLOCADA INTELIGENTEMENTE AO ENTORNO DA TERRA?
Diante das desconcertantes evidências científicas, a pergunta natural
que vem a mente é: por que então alguma inteligência superior teria
colocado a Lua na órbita da terra?
As respostas para isso são intermináveis, mas vale mencionarmos as mais comuns:
i) Para proteger o Planeta Terra – a Lua funcionaria como um escudo,
contra explosões solares, cataclismas cósmicos e muitos meteoros que
impactariam nosso planeta se não tivessem antes sido atraídos pela Lua.
ii) Para servir como um laboratório alienígena responsável pelo
desenvolvimento da raça humana. A partir da base lunar, em especial com
estruturas construídas ao lado oculto da Lua, seriam feitas observações
de todas as naturezas, inclusive testes de DNA e desenvolvimento das
espécies.
Ao pensarmos em uma civilização controladora e manipuladora de DNAs,
poderíamos ver Adão e Eva criados “à imagem e semelhança” do seu Criador
direto.
iii) Para permitir a Vida na Terra – O escritor britânico Christopher
Knight comenta que não apenas a Lua é um objeto “impossível” de existir
naturalmente com suas características, como ela gera vantagens
exclusivas para os seres humanos, que teriam viabilizado nossa vida na
Terra. A Lua agiria como um “estabilizador” perfeito para produzir as
quatro estações do ano, para manter a água líquida em quase todo
planeta, para regular fluxos internos do corpo humano, entre diversos
outros fatores.
Edgar Mitchell, astronauta que participou da missão Apollo 14, e o sexto
homem a caminhar na Lua, disse em relação à possível participação de
extraterrestres em nossas vidas: “depois de viajar pelo espaço, eu estou
totalmente convencido de que alienígenas estão nos observando. Eu não
sei quantos são, de onde nem como fazem isso, mas eles nos observam. Nós
víamos estas naves o tempo todo”.
PORQUE O HOMEM NÃO VOLTOU À LUA NOS ÚLTIMOS 45 ANOS?
Esta é uma pergunta impossível de qualquer pessoa comum não se fazer.
Afinal, com uma tecnologia já desenvolvida desde a década de 60, e com
milhares e milhares de estudos pendentes em todas as esferas da ciência
(gravitacional, magnética, sísmica, geológica, sustentabilidade,
energética, cósmica, desenvolvimento de estações espaciais, colonização,
biológica, etc) por que o Homem não voltou à Lua desde 1972?!
Aquela geração que foi a Lua, com computadores cuja capacidade não
extrapolavam uma atual calculadora de bolso, hoje já é falecida ou, os
mais jovens de então, são no mínimo sexagenários.
É crível dizer que todas as gerações seguintes não se interessaram em ir
para Lua? Os novos cientistas não tiveram mais nada a acrescentar aos
experimentos e evidências trazidas há quase meio século? Tal assertiva
seria tão estúpida e inocente quanto dizer que o homem deveria ter
deixado de utilizar e desenvolver seus aviões nos últimos 50 anos. Mas é
claro que a atividade aérea continuou. E porque a atividade
aeroespacial lunar parou?
Temos de aceitar o fato de que o “abandono” das missões lunares não foi sem um ótimo motivo.
Quando a presença do Homem na Lua começou a se tornar mais constante, e
este começou o seu natural processo de “pesquisas”, caminhando sobre sua
superfície, fotografando, recolhendo amostras, jogando módulos lunares
contra o solo gerando impactos equivalente a bombas de TNT, e “mudando o
status quo” de uma humanidade que não conseguia sair do solo terrestre,
certamente algum tipo de “comunicação” com estes “donos” da Lua
aconteceu, que acabou mudando nossa atitude.
Extraoficialmente, afirmam que Armstrong teria dito que “nós fomos avisados para ficar fora (da Lua)”.
Maurice Chatelain, ex-chefe do Sistema de Comunicações da NASA,
confirmou detalhes como que “Armstrong de fato havia reportado ter visto
OVNIs na beira de uma cratera (lunar). Isso era amplamente conhecido
dentro da NASA”
Fomos “gentilmente convidados” a nos retirar de lá? Governos teriam sido
“avisados” para não mais retornarem ao nosso satelite? Ou será que as
missões lunares continuam acontecendo até hoje, mas nos últimos 45 anos
de forma altamente secreta por “incluírem” alguma forma de comunicação
direta com alienígenas?
O cientista da NASA Dr. Farouk El-Baz descreveu isso da melhor forma
quando afimou: “Nem toda descoberta foi anunciada ao público”.
Uma coisa não podemos negar: termos sido intimados a não voltar, ou as
missões espaciais terem continuado de forma secreta, são possibilidades
que fazem muito mais sentido do que a primeira, a de que “simplesmente
não fomos mais para a Lua por pura falta de interesse”. Que há algo não
revelado nisso tudo, é ÓBVIO e EVIDENTE. Só não vê quem não quer.
Não há sentido lógico, econômico, politico ou estratégico algum em
estarmos simplesmente “ignorando a Lua”. O que então está nos impedindo
de voltar lá? Ou o que faz as agências espaciais tornarem qualquer
viagem à Lua um evento altamente secreto?
No final de tudo, é curioso como que a extravagante teoria de que a Lua
seria uma “nave-mãe” trazida ao planeta Terra há milhares de anos por
uma inteligência superior é a única que, até o presente momento, explica
perfeitamente todas as “estranhezas” lunares.
De acordo com a versão oficial da NASA e SETI, o poderoso sinal "ALIEN"
gravado pela comunidade científica no início desta semana seria
proveniente de um dos satélites em órbita geoestacionária. Obviamente,
isso despertou um debate acalorado na comunidade de especialistas e UFO
conspiração, acusando NASA e o SETI mentir mais uma vez sobre os sinais
extraterrestres pego por radiotelescópios.
Na verdade, foi o radiotelescópio de Arecibo para recolher o sinal
alienígena da GJ447 estrela, conforme relatado pelo serviço da
Universidade de Puerto Rico imprensa. Mas alguns teóricos da conspiração
apontar o dedo sobre o que é habitual na NASA, OVV que uma vez recebido
o sinal de rádio alienígena, imediatamente desencadeou o procedimento
de encobrimento, ou a censura e desinformação.
"O mais provável é que o nosso 'sinal raro" foi emitido por um ou mais
satélites em órbita geoestacionária. No entanto, até agora, não
totalmente excluir outras versões de anomalias ", disse o professor Abel
Mendez, da Universidade de Puerto Rico, o primeiro a descobrir o sinal.
Por mais de meio século, os astrônomos da Universidade da Califórnia,
Berkeley, Centro do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), têm
procurado vida fora da Terra, para ouvir os sinais de diferentes partes
da galáxia.
Embora eles ainda não encontraram qualquer evidência de vida
inteligente, esta tarefa, de acordo com a NASA e as estimativas do SETI,
pode ser resolvido muito em breve, dentro dos próximos 10 ou 20 anos.
"Em meados de julho - disse Mendez - foi encontrado este sinal raro",
enquanto a pesquisa e análise foram realizadas na pequena estrela GJ
447, na constelação de Virgem. Esta descoberta cientistas forçado a
realizar mais pesquisas usando o radiotelescópio de Arecibo, de fato,
posteriormente, provou a existência do sinal.
No entanto, a equipe de Mendez pesquisa, tem mostrado agora que a
estrela GJ 447 é um lugar onde existem as órbitas de muitos satélites
geoestacionários que precisamente através desta parte do cieloinviaando
um sinal (só aconteceu ...) quase com a mesma frequência que a sinal foi
recebido. Portanto, com alta probabilidade, podemos concluir que este
sinal 'raro' não foi emitida por alienígenas da estrela GJ 447, mas
satélites de comunicação.
Obviamente, nós não acreditamos esta versão oficial, um astrônomo também
porque põe um sinal de "raro" de um sinal de satélite, parece bastante
estranho. Esta é mais uma farsa e cobertura de SETI e NASA que cada vez
que você pegar um sinal extraterrestre, eles correm para se esconder
imediatamente desacreditar e censurar todas as informações.
Uma cabra bizarra com o rosto aterrorizante está assustando os moradores
de uma pequena vila na Argentina. O nascimento, registrado em San Luis,
na região central do país, ficou famosa após as imagens serem
divulgadas online.Outro caso de criptozoologia assustadora. Uma cabra
semelhante a um demônio nasceu com um rosto retratando humanos. A cabra
vive na Argentina rural e tem medo de muitas pessoas locais."Foi
extraordinário, essa cabra nasceu deformada, mas não sabemos o motivo",
disse Gladys Oviedo a jornalista.
Um cientista acredita que civilizações alienígenas localizadas dentro da
Zona Habitável da nossa Galáxia poderiam criar uma rede intergaláctica
Massiva que lhes permitiria se comunicar uns com os outros.
Um artigo recente publicado pelo Dr. Duncan H. Forgan da Universidade de
St. Andrews propõe que as super civilizações alienígenas em nossa
galáxia possam se comunicar entre si criando "trânsitos artificiais" nas
suas respectivas estrelas.
Titulado Exoplanet Transits como a Fundação de uma Rede de Comunicações
Interstelares o artigo começa por mencionar dois problemas básicos
associados à comunicação interestelar: tempo e consumo de energia.
Quando falamos de transmissões de rádio, por exemplo, a quantidade de
energia necessária para transmitir uma mensagem coerente em longas
distâncias é proibitiva. Por outro lado, os sinais ópticos (ou seja,
lasers) requerem menos energia, no entanto, para que o receptor detecte
isso exigiria uma coordenação ridiculamente precisa.
Portanto, nenhum método atualmente disponível para o homem seria
confiável para estabelecer um sistema de comunicação interestelar com
outra civilização.
Forgan argumenta que um método em que os trânsitos diante das estrelas
são usados como base para a comunicação intergaláctica resolveria
ambos os problemas. Isso é realmente algo bastante lógico, considerando
que os trânsitos de hoje são a maneira mais popular e confiável de que
os astrônomos detectem exoplanetas distantes no universo.
Ao monitorar uma estrela para períodos de brilho diminuído, causada por
um planeta ou objeto que passa entre o observador e a estrela, os
astrofísicos são capazes de determinar se uma estrela hospeda um sistema
planetário. O método também é útil para determinar a presença ou
composição de atmosferas em torno de exoplanetas.
No entanto, Forgan argumenta que este método também pode ser muito útil para sinalizar outras civilizações alienígenas.
Professor Forgan argumenta como um ETI 'A' pode interagir com ETI 'B'-
se ETI B estiver observando planetas em trânsito no sistema de estrelas
de A. Isto pode ser conseguido através do desenvolvimento de estruturas
para a criação de trânsitos artificiais observáveis em B ou através do
envio de sinais em B durante o trânsito, com um consumo de energia
significativamente menor que os esquemas de comunicação eletromagnéticos
típicos. Isso pode fornecer uma rede de civilizações interligadas,
estabelecendo contato através da observação de trânsitos uns dos outros.
Forgan discute a Zona habitável galáctica - uma região da Via Láctea
onde a vida provavelmente se desenvolveu - dizendo que diferentes
espécies alienígenas podem encontrar a melhor maneira de se comunicar
entre si criando megastructuras artificiais maciças que orbitam e
transitam sua estrela hospedeira.
Outras civilizações alienígenas que buscam o cosmos que procuram
planetas e a vida identificam esses trânses e permitem que concluam que
uma civilização avançada existe em um determinado sistema solar.
"Uma mensagem com um caminho de 20 kpc (o diâmetro do GHZ) tem um tempo
de viagem total a uma velocidade leve de pouco menos de 0,06 Myr. Se
assumirmos uma escala de tempo relativamente curta em que ambos os ETI
permanecem na zona de trânsito de 100.000 anos (que se aproxima da
escala de tempo em que tanto a evolução secular das órbitas planetárias
quanto a órbita da estrela se tornam importantes), um total de 30
permutas podem ser feitas . Isso, é claro, não proíbe uma conversa
contínua por outros meios ", sugere Forman.
O que precede envolve os sinos? Se assim for, é principalmente por causa
da confusão que acontece em torno da estrela KIC 8462852 (também
conhecida como a estrela de Tabby).
Em 2015, os astrônomos perceberam que uma estrela no universo exibia
estranhas gotas de brilho nos últimos dois anos. Uma vez que nenhuma
explicação natural pode ser atribuída ao "mau comportamento" da estrela,
alguns astrônomos argumentaram que os mergulhos incomuns no brilho da
estrela poderiam estar associados à presença de uma enorme mega
estrutura alienígena.
Uma Internet Galáctica
Forgan acredita que isso seria relativamente prático e econômico para
civilizações alienígenas para estabelecer a comunicação com outras
civilizações alienígenas avançadas. Usando a Teoria dos Gráficos, Forgan
argumenta que as civilizações localizadas dentro da zona habitável de
nossa galáxia poderiam criar uma mega rede totalmente conectada dentro
de um milhão de anos, permitindo que todas as civilizações se
comunicassem, diretamente ou através de civilizações intermediárias. A
única coisa a perguntar aqui é, eles também estão no Facebook?
Este método tem alguns lados positivos. Não só essa rede alienígena
exigiria menos energia para a transmissão de dados, mas Forgan argumenta
que a amplitude dos sinais seria limitada apenas à extensão da própria
civilização alienígena.
Este método também tem outras vantagens, por exemplo, o principal
requisito para entrar em contato com outros seria ter sofisticação
tecnológica suficiente para detectar trânses exoplanetários ou
megasestruturas artificiais. Assim como fazemos hoje.
Em outras palavras, as espécies inteligentes devem alcançar um certo
nível de desenvolvimento antes que possam se juntar à rede. Isso
evitaria qualquer "contaminação cultural" e evitaria que civilizações
menos avançadas conhecessem a existência de outros superiores antes de
serem preparadas para contato. Faz sentido total mesmo?
Além disso, outra vantagem destacada por Forgan é que, uma vez
adquirida, os sinais dos trânses seriam muito previsíveis, com cada
transmissão correspondente a um período orbital conhecido, fazendo a
transmissão funcionar sem problemas.
No mundo moderno, rapidez nos transportes e comunicações é fundamental. Como o caminho mais curto entre dois pontos é uma linha reta, foram construídas auto-estradas que transportam rapidamente os seus utilizadores de um ponto ao outro, com toda a comodidade. Quando a geografia está contra este objetivo, é fácil deitar montanhas abaixo, ou construir um túnel de um lado ao outro.
Mas a tecnologia de hoje não é a mesma de antigamente, e características geológicas sempre representaram obstáculo nas comunicações entre civilizações. Mesmo assim, foram encontradas soluções, eficazes para a época, mas consideradas primitivas hoje. Só que estas estradas nem sempre foram substituídas, e muitas ainda continuam a operar. É o caso de túnel de Guoliang, na China, com apenas 1,2 km mas com uma aparência extremamente perigosa.
O túnel foi criado para ligar a aldeia de Guoliang ao resto da província de Henan. Apesar da sua aparência rústica, foi construído entre 1972 e 1977. E a aparência rústica e o tempo de construção explicam-se pela obra ter sido feita pela população local. O túnel é usado por transportes públicos, apesar de mal ter espaço para um autocarro, que tem que partilhar o caminho com rebanhos locais. Mas nos seus pontos mais confortáveis tem 5 metros de 4 de largura, e local para os peões passarem, pararem e descansarem.
Em muitos textos sagrados antigos, encontramos histórias da criação do
homem. Entre os textos mais importantes, temos os textos sumérios, que
mencionam a criação do homem e seus criadores, o Anunnaki, "aqueles que
vieram do céu para a Terra."
As tábuas sumérias mencionadas como uma raça de seres alienígenas
chamados Anunnaki do planeta X, ele combinou seu próprio DNA com o de um
ser primitivo que habitavam a terra, assim para criar uma raça de
escravos "O Ser Humano"
Existem vários versículos da Bíblia que se referem à criação de Adão e
Eva, que são baseados em escritos de placas de argila da suméria que
falam de seres "superiores" que criaram as primeiras espécies humanas.
Gênesis 1: 26-27:
Não está claro o que poderia ter causado o satélite AMC-9 para se tornar insensível.
Domingo 11h Atualização ET : Em resposta a uma consulta da Ars, o
operador do satélite AMC-9, SES com sede no Luxemburgo, emitiu a
seguinte declaração no domingo de manhã:
Nas primeiras horas do dia 1 de julho, o SES Satellite Control
restabeleceu o contato para a AMC-9. SES e a fabricante de satélites
Thales estão trabalhando o tempo todo para avaliar o status e definir os
próximos passos.
As informações de rastreamento recebidas em 29 de junho sugeriram que
pelo menos dois objetos separados estavam localizados nas proximidades
da AMC-9. Sua fonte ainda deve ser determinada. A nova informação foi
incluída por Thales e SES em suas investigações.
Todos os operadores e agências relevantes estão sendo informados e
receberão atualizações regulares da SES. A avaliação atual é que não há
risco de colisão com outros satélites ativos. A AMC-9 e seu status
continuam sendo rastreados pelo SES e agências, incluindo o Joint Space
Operations Center (JSpOC) e ExoAnalytic, uma empresa privada e um
provedor de serviços de rastreamento.
Desde o incidente de 17 de junho de 2017, a AMC-9 vem se movendo
lentamente para o oeste com a carga útil desabilitada e não causando
interferência. A maioria do tráfego foi transferida para outros
satélites SES e a SES está trabalhando em um plano de longo prazo para
minimizar a interrupção dos clientes.
Postagem original : na manhã do dia 17 de junho, o operador de satélite
SES, com sede no Luxemburgo, perdeu o controle de um grande satélite em
espaço geoestacionário, quase 36 mil quilômetros acima da superfície
terrestre. Pouco depois, o operador de satélites começou a trabalhar com
outra empresa especializada em conscientização do cenário espacial para
rastrear a máquina à deriva, a AMC-9. Há alguns dias, a empresa,
ExoAnalytic Solutions, viu o satélite AMC-9 começar a fragmentar.
"Nós vimos várias peças surgir nos últimos dias", disse o
diretor-executivo da ExoAnalytic, Doug Hendrix, a Ars. "Estamos
rastreando pelo menos uma das peças. Eu hesitaria em dizer que sabemos
com certeza o que aconteceu".
O satélite de comunicações AMC-9 lançado em 2003 a bordo de um foguete
Proton russo. É um satélite bastante grande e estava perto do final de
sua vida de design de 15 anos. Como cerca de 500 outros satélites
geoestacionários governamentais e comerciais, a AMC-9 orbitou a Terra em
cerca de 36.000 km. Isso ocorre porque, ao voar acima do equador
precisamente nesta altitude, os satélites podem facilmente manter sua
posição em um ponto fixo. Isso facilita a comunicação constante entre a
Terra e o solo. Esta órbita elevada acima do equador da Terra é,
portanto, valiosa e cada vez mais desordenada de imóveis.
Infelizmente, não há arraso atmosférico que esteja acima da Terra,
então, uma vez que os destroços entram na órbita geoestacionária, ele
tende a permanecer lá. Com uma rede global de 165 telescópios ópticos ao
redor do globo, o ExoAnalytic concentra-se no rastreamento de objetos
dentro e perto da órbita geoestacionária. Os serviços privados aumentam o
programa de "conscientização da situação espacial" liderado pela Força
Aérea dos EUA.
Uma reação em cadeia?
No momento, Hendrix disse que a empresa está rastreando cerca de 2.000
objetos em órbita geoestacionária, alguns tão pequenos quanto cerca de
20cm. Destes, cerca de um quarto são satélites - uma mistura de recursos
militares, meteorológicos e de comunicação - e os demais restos. Um
evento de detritos descontrolados na órbita geoestacionária é
extremamente raro e a preocupação com tais eventos é que eles poderiam
potencialmente levar a um evento de detritos em cascata conhecido como
síndrome de Kessler. "Este é um evento seminal para entender o que
acontece quando há muitos fragmentos a essa altitude", disse Hendrix.
Um especialista em consciência situacional espacial, Brian Weeden da
Secure World Foundation, minimizou essa possibilidade com o satélite
AMC-9. "O desafio é que essas peças, em termos humanos, estarão lá quase
sempre, e apresentarão um perigo de navegação a longo prazo", disse
Weeden. "Isso definitivamente aumentará as chances de colisões sobre as
Américas, mas eu não acho que isso vai desencadear uma reação em
cadeia".
Vídeo grosso do satélite AMC-9 na noite de sexta-feira.
Não está claro o que poderia ter causado o satélite AMC-9 para se tornar
insensível, começar a derivar e, aparentemente, começar a se separar.
Um porta-voz do operador de satélite SES, Markus Payer, não retornou um
pedido de comentário no sábado à noite de Ars.
Weeden mencionou várias possibilidades. O próprio satélite AMC-9 poderia
ter sido atingido por algum tipo de detritos, ou poderia ter sido
prejudicado por um problema de clima espacial, sofreu uma falha devido à
fabricação. A AMC-9 poderia ter sido atacado por algo
- no entanto, Weeden enfatizou que não há provas de que esse dano foi
deliberado. Em qualquer caso, esta situação parece ter aumentado as
preocupações com os restos espaciais e a segurança dos ativos em órbita
geoestacionária, que no total são valorizadas em mais de US $ 100
bilhões.
Em 1985, o clássico longa-metragem Re-animator: a hora dos mortos vivos
narrava a possibilidade de trazer pessoas que já morreram de volta à
vida. Os projetos do jovem médico Herbert West, interpretado por Jeff
Combs, envolviam a aplicação de um líquido fluorescente chamado
“reanimator”, supostamente capaz de reanimar cadáveres.
A descoberta que até então só existia no universo da ficção
científica pode, agora, estar mais próxima da realidade. Funcionários da
empresa Bioquark, localizada na Filadélfia, anunciaram que estão perto
de iniciar ensaios clínicos para um procedimento controverso, que será
realizado em pessoas declaradas clinicamente mortas. Os testes serão
conduzidos para verificar se uma série de terapias administradas em uma
pessoa que, tecnicamente, já faleceu, podem trazê-la de volta à vida.
O CEO da empresa, Ira Pastor, informou à imprensa que a intenção é
começar “muito em breve” os testes clínicos em um país não identificado
na América do Sul. Junto ao cirurgião dentista Himanshu Bansal, eles
foram notícia ao final do ano passado, quando tentaram conduzir testes
semelhantes na Índia. O Conselho Indiano de Pesquisa Médica encerrou a
conversa pouco tempo depois, levando a empresa a procurar outro lugar
para suas pesquisas.
Inicialmente, as terapias envolvem injetar no paciente suas próprias
células-tronco, coletadas a partir da gordura ou do sangue. Depois, é
aplicada uma injeção de peptídeos na medula espinhal do paciente. Por
fim, segue-se uma rotina de estimulação nervosa e terapia a laser,
aplicadas durante 15 dias. A ideia é induzir um novo crescimento
neuronal, na esperança de reiniciar as funções cerebrais regulares. Cada
um dos tratamentos foram testados em outras situações por diferentes
pesquisadores, com resultados variados, mas nenhum deles jamais foi
usado para reverter a morte clínica de um paciente. De fato, Pastor
admite que a companhia sequer testou os procedimentos em animais – ele e
seus colegas não fazem ideia se o procedimento terá resultado, ou mesmo
se funcionará parcialmente. Mesmo assim, o objetivo é perseguir essa
descoberta, e por isso eles vêm trabalhando nos bastidores para negociar
com um país disposto a permitir o avanço do estudo.
Críticos pontuaram que as técnicas irão falhar e apontaram seus
porquês. Observaram, ainda, questões éticas que poderiam vir à tona –
uma delas é se, apontam, por ventura, a atividade mínima for restaurada.
Isso significaria que a pessoa ainda estaria em um estágio de
quase-morte ou num estado vegetativo parcial? Quem pagaria pelos
cuidados desses pacientes? Provavelmente haverá dificuldades em
conseguir que os membros da família concordem em permitir que um ente
querido com morte cerebral se submeta a um procedimento de tal natureza;
o grupo já carrega essa dificuldade desde os trabalhos na Índia, quando
não haviam muitas pessoas dispostas a participar da pesquisa.
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A Fox Sports, propriedade Twenty-First Century Fox, referiu que alguns
dos jogos de futebol dos principais clubes europeus serão exclusivos
para o Facebook e Fox Sports GO, enquanto outros serão transmitidos em
simultâneo na televisão, avança a Forbes.
As redes sociais, como o Facebook e o Twitter, reforçaram que querem
investir na transmissão de jogos desportivos em direto, uma vez que a
audiência mais jovem procura cada vez mais assistir a este tipo de
eventos online, em detrimento dos tradicionais canais de televisão por
cabo.
A Fox Sports vai transmitir os jogos da
Liga dos Campeões nos Estados Unidos através das páginas do Facebook,
com início em setembro, segundo o acordo assinado pelas duas empresas.
A parceria inclui duas transmissões em direto de jogos por dia na fase
de grupos e quatro jogos referentes aos quartos-de-final da competição,
disse a Fox.
A Tailândia tem as maiores quintas de produção de crocodilos em todo o mundo. Os répteis são utilizados para fins relacionados com a indústria alimentar, vestuário de luxo e turismo.
Segundo a agência Reuters, a Tailândia tem, neste momento, mais de um milhão de crocodilos em mais de mil quintas.
Os animais são utilizados para vários fins. A pele é aproveitada para criar peças de vestuário de luxo como carteiras, a carne serve para a indústria alimentar e, nalguns casos, os repteis (vivos) são uma conhecida atração turística daquele país.
Pesquisador acredita que Civilizações do interior da Terra irão
revelar-se em breve ao mundo.Em uma nova entrevista para Coast to Coast
AM, o autor e pesquisador David Wilcock disse que uma aliança de
civilizações antigas está vivendo dentro de nosso planeta.
Wilcock diz que, de acordo com sua pesquisa, parece que essas cavidades
são utilizadas para que civilizações avançadas que vivem dentro da terra
possam viver ao olhar para fora para tudo o que acontece na 'terra
exterior ", a superfície do nosso planeta.
Estas civilizações intraterrenas vivem na Terra interior por milhares de
anos e eles estão prestes a se revelar ao mundo. Wilcock acredita que o
governo dos EUA sabe de sua presença devido a descoberta acidental por
meio de projetos secretos construindo bases subterrâneas secretas. "Eu
acho que nós vamos descobrir que bases subterrâneas são muito mais
amplas do que pensávamos e muito mais antigas.", Disse Wilcock.