Um grupo de hackers acessou três servidores web relacionados à Associação da Academia Nacional do FBI (FBINAA, por sua sigla em inglês), e publicou todo o seu conteúdo em seu próprio site, informou nesta sexta-feira (12) o portal especializado TechCrunch.
Os formulários eletrônicos acessíveis ao público continham quase 4.000 registros únicos com nomes, endereços de e-mail, cobranças, números de telefone e endereços postais dos agentes do FBI, detalhou o site.
TechCrunch cita sobre um hacker anônimo que comprovou sua participação no time:
Hackeamos mais de 1.000 sites. Agora estamos estruturando os dados e, de repente, eles serão vendidos.
Ele disse que o grupo tem mais de 10 membros e ‘mais de um milhão de dados’ de funcionários de agências federais e de organizações de serviço público dos EUA. Eles procuram por “experiência e dinheiro”, disse ele.
A FBINAA disse em um comunicado de imprensa no sábado (13):
Acreditamos ter identificado os três capítulos afetados que foram hackeados. Em cada um desses casos, os capítulos afetados usaram um software de terceiros.
A declaração garante que os intrusos não puderam acessar a base nacional da Associação.
A organização afirmou:
Se for determinado que houve atividade criminosa, processaremos os culpados em toda a extensão da lei.
A estrela, HD 21749a, também hospeda pelo menos um outro mundo, um planeta “sub-Netuno” com uma massa de cerca de 23 vezes a da Terra e um raio de cerca de 2,7 vezes maior. O novo mundo é provavelmente rochoso e orbita muito próximo de sua estrela, completando uma órbita em pouco menos de oito dias. O planeta provavelmente é muito quente, com temperaturas superficiais talvez tão altas quanto 427 graus C.
Johanna Teske, autora de um estudo descrevendo os planetas e Bolsista de Pós-Doutorado Hubble no Carnegie Institution for Science, disse em um comunicado:
É tão empolgante que o TESS, que foi lançado há apenas um ano, já é um divisor de águas na caça ao planeta. A espaçonave examina o céu e nós colaboramos com a comunidade de acompanhamento do TESS para identificar alvos potencialmente interessantes para observações adicionais, usando telescópios e instrumentos com base no solo.
O estudo foi publicado no The Astrophysical Journal Letters na segunda-feira (15).
O TESS foi lançado em 18 de abril de 2018. Ele detecta exoplanetas medindo o ligeiro escurecimento da luz de uma estrela quando um planeta se move através de seu disco, visto da Terra. O PFS foi usado para calcular a massa do mundo sub-Netuno, medindo com precisão a leve oscilação na posição da estrela hospedeira causada pelo puxão da gravidade do planeta.
Teske disse:
O PFS é um dos únicos instrumentos no hemisfério sul que pode fazer esses tipos de medidas. Então, será uma parte muito importante de caracterizar ainda mais os planetas encontrados pela missão TESS.
A NASA espera que o TESS permita a catalogação de mais de 1.500 exoplanetas, mas tem o potencial de encontrar milhares. Destes, os pesquisadores antecipam, 300 serão exoplanetas do tamanho da Terra ou do dobro do tamanho da Terra.
Uma descoberta sensacional, relacionada à patente registrada em 29 de setembro de 2004 por John Quincy St. Clair, o mesmo descobridor do drive de urdidura, das patentes relativas a aviões antigravidade como o TR-3B, aeronaves que trabalham com propulsão antigravitacional.
Não se sabe muito sobre esse inventor, mas em 2002 muitas patentes misteriosas começaram a surgir no Escritório de Patentes dos Estados Unidos para serem registradas por esse homem chamado John Quincy St. Clair. A maioria dessas patentes diz respeito à construção de naves espaciais, amplificadores de energia Chi , criação de portais dimensionais (Stargate, Buraco de Minhoca) e depois de teletransporte. Tudo, de fato, criado por esse homem.
Na imagem acima, parte do projeto retirado da patente se refere a um sistema gravitacional de ondas pulsadas, com um gerador de túneis que teletransporta um ser humano para o hiperespaço de uma posição para outra. Isto é, para aqueles que entendem pouco, isso é uma invenção de um sistema que teletransporta um ser humano para o hiperespaço de uma posição para outra usando uma onda gravitacional pulsada. A patente pode ser encontrada neste link :
https://www.google.com/patents/US20060071122
John Quincy St. Clair pediu patentes para proteger as seguintes invenções. Essa lista inclui pedidos de patente pendentes, bem como patentes já concedidas pelo Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (USPTO). Isto é, aqui nós percebemos que a elite do poder escondeu todo esse bem de Deus ...
Dezenas de invenções e descobertas são censuradas em nome de interesses econômicos mais elevados. E por trás dessas manobras estão os serviços secretos do governo paralelo americano e a poderosa Comissão de Energia Atômica, distante da CABALA.
Alguma vez você já se perguntou o que aconteceu com certas invenções extraordinárias, cuja produção poderia mudar radicalmente nossa economia, mudar o mundo? Bem, muitos desses projetos são frequentemente comprados por essas mesmas empresas cujos interesses correm o risco de serem ameaçados e eventualmente destruídos. Inúmeras vezes a imprensa nos ofereceu a existência de veículos aquáticos ou elétricos capazes de suplantar aeronaves movidas a gasolina.
E, de fato, desse e de outros projetos, dentro de alguns meses, não havia nenhum vestígio disso. Se todas as patentes de John Quincy St.Clair foram usadas pela elite do poder, então temos certeza de que o Projeto Negro, a Frota Espacial dos Guardiões Solares do Projeto são todos reais, reais e confirmam a existência de veículos ou espaçonaves no espaço. operado pela Marinha dos EUA, pelo Comando Espacial e pelo Pentágono. Área 51 e Área 6 (Tonopah S4) são apenas locais de construção, montagem, destes veículos anti-gravidade.
O próprio St. Clair havia patenteado um gerador pulsante de ondas gravitacionais que teleporta um ser humano através do hiperespaço de uma posição para outra. Também é verdade que os Estados Unidos usam portais com geradores de ondas gravitacionais que criam o teletransporte da Terra para o espaço e vice-versa.
Declaração:
1. Um sistema de transporte completo para corpos compostos de: uma onda gravitacional pulsada produzida por um gerador magnético que se propaga através do vórtice de um buraco de minhoca e a geração de um buraco de minhoca com o gerador de vórtice magnético no qual as ondas pulsos gravitacionais passam através do buraco de minhoca e entram no hiperespaço, onde a onda é enormemente aumentada devido à menor velocidade da luz nessa dimensão.
2. O método da declaração 1, em que o passo de gerar a onda de pulsos gravitacionais inclui: o uso de dois obeliscos de granito; a montagem de guias de onda toroidais monocromáticas acima do obelisco para criar uma rotação, torção, propagação de ondas gravitacionais através do eixo vertical de cada obelisco e a criação de uma compressão cilíndrica e de expansão em cada obelisco para produzir uma onda gravitacional aérea que viaja através da linha central entre os dois obeliscos.
3. O método da reivindicação 1, em que o passo de gerar um buraco de minhoca no hiperespaço inclui: o uso de duas bobinas cilíndricas solenóides concêntricas de diferentes raios, ligadas por um único fio enrolado em sentidos opostos em laminados finos de um transformador em ferro, gerando resistência em campos elétricos ao longo da linha central do vórtice gerador que cria uma distorção espaço-temporal com curvatura de energia negativa de acordo com a teoria geral da relatividade de Einstein.
O objetivo desta invenção é teletransportar um ser humano de um lugar para outro, criando uma onda gravitacional pulsante que viaja através do hiperespaço que comprime e expande assimetricamente os poços quânticos do ser humano ".
4. Um sistema de teletransporte que inclui: a geração de uma onda gravitacional que viaja através do hiperespaço interage com a energia dos seres humanos, puxando a energia do ser humano e do corpo físico para fora da dimensão quando interage com o onda gravitacional pulsada, tal que a pessoa é teletransportada de um lugar para outro através do hiperespaço e depois novamente para a nossa dimensão espaço-temporal 4D.
Pesquisadores criaram vários macacos transgênicos com cópias adicionais de um gene do cérebro humano, a qual pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento da inteligência, de acordo com a MIT Technology Review, a revista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Surpreendentemente, os macacos modificados alcançaram melhores resultados em testes de memória.
Na publicação Bing Su, o geneticista do Instituto de Zoologia de Kunming que liderou o trabalho, informou:
Esta foi a primeira tentativa de entender a evolução da cognição humana usando um modelo de macaco transgênico.
O experimento, originalmente descrito na revista ‘National Science Review‘ da Academia Chinesa de Ciências, consistia em expor embriões de macacos a um vírus que transportava a versão humana da microcefalia, o gene MCPH1, relacionada ao tamanho do cérebro.
A sequência do gene é diferente em humanos e os macacos e bebês que sofrem danos devido a isso nascem com cabeças pequenas. Desta forma, eles geraram onze macacos, cinco dos quais sobreviveram. Cada um deles tem entre duas e nove cópias do gene humano em seus corpos.
A equipe chinesa esperava que seus macacos transgênicos pudessem ter mais inteligência e um cérebro maior. Para verificar isso, eles mediram sua massa branca em exames de tomografia por ressonância magnética e fizeram vários testes de memória.
Aparentemente, os macacos transgênicos não tinham cérebros maiores, mas se saíram melhor em testes de memória com cores e blocos no curto prazo, uma descoberta que a equipe considera notável. Além disso, seus cérebros demoraram mais para se desenvolver, assim como os das crianças humanas.
Vários cientistas ocidentais, inclusive um que colaborou na investigação, consideram que estas experiências são imprudentes e antiéticas. Em sua opinião, o uso de macacos transgênicos para estudar genes humanos relacionados à evolução do cérebro é muito arriscado, pode supor um tratamento inadequado dos animais e levar a modificações mais extremas…
Esse tipo de modificação pode nos fazer pensar em um tipo de ‘Planeta dos Macacos’ levado para a vida real, mas os autores do estudo apontam que macacos e humanos compartilharam um ancestral comum pela última vez há 25 milhões de anos.
Embora seu genoma seja próximo ao nosso, também existem dezenas de milhões de diferenças e alguns genes humanos não os transformarão em nada além do que são, macacos.
No entanto, o próprio Martin Styner, um cientista de computação da Universidade da Carolina do Norte e especialista em ressonância magnética, que está entre os co-autores do relatório chinês, diz que considerou remover seu nome do estudo, que também não conseguiu encontrar um editor no Ocidente.
Ele disse à revista do MIT:
Há muitos aspectos sobre esse estudo que o torna proibido nos Estados Unidos. Agora criamos este animal que é diferente do que deveria ser. Quando fazemos experimentos, temos que entender bem o que tentamos aprender, ajudar a sociedade, e esse não é o caso.
Além disso, com apenas cinco macacos modificados, é difícil chegar a conclusões firmes. Mas os cientistas chineses não querem parar por aqui. Inclusive, eles começaram usando outro gene, o SRGAP2C, que surgiu cerca de dois milhões de anos atrás, bem quando os australopitecos cediam a savana africana aos primeiros seres do gênero Homo.
Esse gene foi apelidado de ‘interruptor da humanidade’ e ‘o elo genético perdido’ por seu possível papel no surgimento da inteligência humana.
Apesar das críticas de grande parte da comunidade científica, na China parece que ‘se pode ser feito, nós o fazemos’, então é provável que logo eles apresentem novos experimentos similares.
Evidências sugerem que o QI das pessoas no Reino Unido, na Dinamarca e na Austrália diminuiu na última década. A opinião está dividida quanto a se a tendência é de longo prazo, mas alguns pesquisadores acreditam que os seres humanos já atingiram o pico intelectual.
Um teste de QI usado para determinar se os homens dinamarqueses estão aptos para servir nas forças armadas revelou que as pontuações caíram 1,5 pontos desde 1998. E os testes padrão emitidos no Reino Unido e na Austrália refletem os resultados, de acordo com o jornalista Bob Holmes, escrevendo para o New Scientist.
A explicação mais pessimista sobre porque os humanos parecem estar se tornando menos inteligentes é que teríamos atingido efetivamente nosso pico intelectual.
Entre as décadas de 1930 e 1980, a pontuação média de QI nos EUA aumentou em três pontos e no Japão e na Dinamarca do pós-guerra, os resultados dos testes também aumentaram significativamente – uma tendência conhecida como ‘efeito Flynn’.
Este aumento na inteligência deveu-se à melhoria da nutrição e das condições de vida – assim como a melhor educação – diz James Flynn, da Universidade de Otago, após o qual o efeito é chamado.
Agora, alguns especialistas acreditam que estamos começando a ver o fim do efeito Flynn em países desenvolvidos – e que as pontuações de QI não estão apenas se nivelando, mas declinando.
Cientistas, inclusive o Dr. Flynn, acreditam que uma melhor educação pode inverter a tendência e apontam que o declínio percebido pode ser apenas um “soluço”. No entanto, outros cientistas não são tão otimistas.
Alguns acreditam que o efeito Flynn mascarou um declínio na base genética da inteligência, de modo que, embora mais pessoas têm atingido todo o seu potencial, esse potencial em si tem diminuído.
Alguns até mesmo disseram que isso pode ser porque as pessoas com maior educação estão decidindo ter menos filhos, de modo que as gerações subsequentes são em grande parte constituídas de pessoas menos inteligentes.
Richard Lynn, psicólogo da Universidade de Ulster, calculou o declínio do potencial genético dos seres humanos. Ele usou dados em QIs médios em todo o mundo em 1950 e 2000 para descobrir que nossa inteligência coletiva caiu em um ponto de QI. O Dr. Lynn prevê que se esta tendência continuar, poderemos perder outros 1,3 pontos de QI até 2050.
Michael Woodley, da Universidade Livre de Bruxelas, na Bélgica, afirma que as reações das pessoas são mais lentas do que nos tempos vitorianos e relacionou isto a um declínio em nosso potencial genético.
Já foi dito anteriormente que pessoas perspicazes têm reações rápidas e o estudo do Dr. Woodley mostrou que os tempos de reação das pessoas diminuíram ao longo do século – o equivalente a um ponto de QI por década.
Jan te Nijenhuis, professor de psicologia da Universidade de Amsterdã, diz que os ocidentais perderam uma média de 14 pontos de QI desde a Era Victoria. Ele acredita que isso é devido a mulheres mais inteligentes terem menos filhos do que aquelas que são menos inteligentes, relatou o Huffington Post.
O Dr. Woodley e outros acreditam que os humanos se tornarão cada vez menos inteligentes. Mas o Dr. Flynn diz que se o declínio nas pontuações de QI for o fim do efeito Flynn, as pontuações devem se estabilizar.
Ele acha que mesmo que os humanos se tornem mais estúpidos, melhores cuidados de saúde e tecnologia significarão que todas as pessoas terão menos filhos e que o ‘problema’ se regulará.
O pesquisador Ufo Scott Waring estava consultando documentos do Wikileaks e encontrou informações importantes, relacionadas a uma base secreta na Lua que os Estados Unidos destruiu no final da década de 1970. O documento não especifica como foi a dinâmica do ataque e destruição da base alienígena, também porque o documento completo foi escrito à mão e nunca foi relatado em formato digital.
Como os Estados Unidos destruiu uma base alienígena na Lua da Terra sem que ninguém suspeitasse disso? Aqui está o que Scott disse em seu site ufosightingsdaily:
"Lembre-se das missões Apollo? Bem, eu presumi que havia mais de 20 missões na Lua, no entanto a NASA parou de repente na Apollo 17, para que pudessem realizar algumas missões secretas envolvendo recuperação de tecnologia alienígena e reconhecimento de estruturas e naves extraterrestres, para detectar possíveis ameaças na América
Eu conheci um homem chamado William Rutledge em 2011 no Youtube, quando ele enviou meia dúzia de vídeos da missão Apollo 20 em que ele participou da descrição. Foi uma missão compartilhada entre os Estados Unidos e a Rússia na Lua, perto da Cratera Delporte. William e o outro astronauta registraram suas atividades na lua no filme, incluindo a exploração de uma nave alienígena de 3 km de comprimento localizado na cratera Delporte.
Foto real da base alienígena que foi destruída
(imagem de crédito do astronauta Apollo 20 William Rutledge)
A espaçonave tinha um buraco ou corte no lado e no interior, durante uma exploração, eles encontraram tubos de vidro ao longo das paredes com pequenos esqueletos bípedes (poucos centímetros de altura) dentro dos tubos. Eles também encontraram uma piloto feminina com mangueiras presas ao nariz e ela estava em estado de coma e parecia estar fisicamente e mentalmente conectada a nave. Ela nunca acordou, mas foi trazida de volta à Terra. Ele também gravou uma bela cidade alienígena danificada na lua. Eu acredito que esta é a base alienígena que foi destruída pelos Estados Unidos.
Por que a América destruiria a base alienígena? Para mantê-lo longe das mãos de outros países do mundo? Imagine o que aconteceria se Israel enviasse uma sonda para a lua e encontrasse a base, alegando publicamente que todo o seu conteúdo era de propriedade de Israel. De repente, isso faria de Israel uma potência mundial. A América não quer perder este título nem quer lidar com a concorrência de outros países. Por isso, não faz nada além de destruir cidades alienígenas, assumir a tecnologia para voar para mundos e explorar o universo. Embora os Estados Unidos compartilhassem as missões Apollo com ações de encobrimento até mesmo com a Rússia na época.
Aparentemente, William Rutledge nunca se curvou às ordens da NASA, destruindo a base alienígena na lua que ele havia registrado. Isso teria quebrado o coração dele. William era um homem velho e me disse que alguns dos filmes foram convertidos em vídeos digitais para que pudessem ser compartilhados antes de morrer. Ele era velho e queria tirar esse segredo do peito. Abaixo, vou inserir alguns de seus vídeos para explorar, mas tenha cuidado, o canal dele foi atacado pela NSA / CIA e eles deletaram todos, menos um de seus vídeos. Ele ficou com medo e deixou o Youtube para nunca mais voltar. É passado para o nome Youtube RetiredAFB e ainda pode ser encontrado lá. Mas ele desapareceu recentemente por causa de sua velhice. Ele provavelmente morreu agora em seu país natal, em Ruanda.
Os vídeos abaixo foram dados a mim por William Rutledge. Eles são 100% autênticos. Depois que ele me contou sobre a nave em forma de charuto na cratera da Delporte, comecei a procurar por fotos da cratera. Demorou duas semanas, mas no final eu encontrei e a foto confirma a história de Williams. O charuto UFO está na cratera do Delporte. Eu compartilhei as fotos com ele e ele ficou surpreso com o que eu encontrei e me agradeceu por acreditar nele. Ele ficou surpreso que a Nasa tenha lançado acidentalmente essas fotos com a nave de 3 quilômetros explorado no interior. Claramente eles eram altamente secretos e não tinham a intenção de serem divulgados ao público.
Aqui estão os links da NASA que encontrei como evidência:
Quando os planetas rochosos, semelhantes à Terra, foram descobertos orbitando na zona habitável de algumas de nossas estrelas mais próximas, a empolgação foi grande – até que as esperanças de vida foram frustradas pelos altos níveis de radiação que bombardearam esses mundos.
Proxima-b, a apenas 4,24 anos-luz de distância, recebe 250 vezes mais radiação de raios-X do que a Terra e pode estar exposto a níveis mortais de radiação ultravioleta em sua superfície. Como a vida poderia sobreviver a esse bombardeio? Os astrônomos da Universidade de Cornell dizem que a vida já sobreviveu a esse tipo de radiação feroz, e eles têm provas: você.
Lisa Kaltenegger e Jack O’Malley-James expõem esse argumento em um novo artigo, publicado no Monthly Notices da Royal Astronomical Society. Kaltenegger é professora associada de astronomia e diretora do Instituto Carl Sagan, de Cornell, no qual O’Malley-James é pesquisador associado.
Toda a vida na Terra hoje evoluiu de criaturas que prosperaram durante um ataque de radiação UV ainda maior do que o existente em Proxima-b e outros exoplanetas próximos. A Terra de 4 bilhões de anos atrás era uma bagunça quente, caótica e irradiada. No entanto, apesar disso, a vida de alguma forma ganhou um espaço e depois se expandiu.
A mesma coisa poderia estar acontecendo neste exato momento em alguns dos exoplanetas mais próximos, de acordo com Kaltenegger e O’Malley-James. Os pesquisadores modelaram os ambientes UV de superfície dos quatro exoplanetas mais próximos da Terra que são potencialmente habitáveis: Proxima-b, TRAPPIST-1e, Ross-128b e LHS-1140b.
Estes planetas orbitam pequenas estrelas anãs vermelhas que, ao contrário do nosso Sol, queimam frequentemente os seus planetas com radiação UV de alta energia. Embora não se saiba exatamente quais são as condições que prevalecem na superfície dos planetas que orbitam essas estrelas, sabe-se que essas explosões são biologicamente prejudiciais e podem causar erosão em atmosferas planetárias. Altos níveis de radiação fazem com que moléculas biológicas, como os ácidos nucleicos, sofram mutação ou até se desliguem.
O’Malley-James e Kaltenegger modelaram várias composições atmosféricas, desde aquelas similares à Terra atual até as atmosferas ‘erodidas’ e ‘anóxicas’ – aquelas com atmosferas muito finas que não bloqueiam bem a radiação UV e aquelas sem a proteção do ozônio, respectivamente. Os modelos mostram que à medida que as atmosferas diminuem e os níveis de ozônio diminuem, mais radiação UV de alta energia atinge o solo. Os pesquisadores compararam os modelos à história da Terra, de quase 4 bilhões de anos atrás até hoje.
Embora os planetas modelados recebam radiação UV mais alta do que a emitida pelo nosso próprio Sol hoje, isso é significativamente menor do que a Terra recebeu há 3,9 bilhões de anos.
Os pesquisadores escreveram:
Dado ao fato de que a Terra primitiva era habitada, mostramos que a radiação UV não deve ser um fator limitante para a habitabilidade de planetas orbitando estrelas M. Nossos mundos vizinhos mais próximos continuam sendo alvos intrigantes para a busca da vida além do nosso sistema solar.
A nave espacial Beresheet não conseguiu cumprir seu objetivo e adiou o sonho de Israel em ser a quarta nação a tocar no solo lunar. Todas as fases foram realizadas com precisão, mas uma anomalia de última hora fez a nave se chocar contra a superfície.
Tudo transcorria normalmente, com a Beresheet se aproximando da Lua rapidamente. Ao 20 quilômetros km de altitude a sonda enviou uma selfie, onde se podia ver a Lua e também os pés da nave. Uma placa anexada ao artefato dizia: "Pequena nação, grandes sonhos".
Quando a foto chegou, todos que estavam presentes no centro de controle da SpaceIL aplaudiram, mas a comemoração não durou muito tempo.
Os primeiros indícios de que algo errado estaria acontecendo pode ser acompanhado em tempo real através dos dados de telemetria. Por diversas vezes o indicador de velocidade descendente acendeu em vermelho, indicando que a velocidade estava acima do esperado.
A descida da nave continuou e era possível confirmar que o disparo dos retrofoguetes de frenagem e correção de posição estava ocorrendo, mas o indicador de velocidade em vermelho indicava que a operação não estava surtindo efeito ou talvez não estivesse de fato acontecendo.
Havia apreensão nos rostos dos controladores, até que os dados de telemetria cessaram, confirmando a perda de comunicação. Neste momento, o altímetro a laser mostrava que a Beresheet estava a 149 metros de altitude, descendo em queda livre.
O que aconteceu em seguida ninguém sabe, mas provavelmente a nave - que operava por conta própria - não conseguiu controlar a altitude e/ou orientação e se chocou contra a superfície da Lua. A falha da missão foi confirmada alguns minutos depois.
Embora a frustração tenha sido grande por não terem pousado na Lua, o sentimento dos controladores e diretores da empresa SpaceIl era de satisfação pelo trabalho. Todos agradeceram por terem feito um grande trabalho e levado Israel a ser a sétima nação a orbitar a Lua.
"Se você não tem sucesso da primeira vez, você tenta novamente", disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aplaudido por todos os presentes.
Acredita-se que esse ancestral humano tinha cerca de 1,2 metros de altura e era bem adaptado para subir em árvores, sendo chamado de Homo luzonensis, por ter sido encontrado na ilha Luzon.
A descoberta complica ainda mais a árvore genealógica humana no Sudeste Asiático, onde se acredita que havia pelo menos três espécies distintas de humanos ao mesmo tempo.
As espécie recém-descoberta exibe uma mistura intrigante de características modernas e arcaicas, sugerindo que alguns de nossos primeiros ancestrais na África podem ter feito a viagem para o Sudeste Asiático muito antes do Homo erectus deixar o continente cerca de 1,9 milhão de anos atrás.
O fato de que Luzon só é acessível por mar também levanta outras questões.
Os cientistas dataram os restos mortais do Homo luzonensis entre 50.000 e 67.000 anos, o que significa que ele compartilhou o planeta tanto com os humanos modernos quanto com os neandertais.
Também acredita-se que a própria ilha também tenha sido habitada por outra espécie – os denisovanos.
O que acabou sendo responsável pela extinção do Homo luzonensis, no entanto, permanece incerto.
Uma equipe de pesquisadores da Universidade Tecnológica de Nanyang (NTU, Cingapura) e da Universidade Griffith (Austrália) construiu o protótipo de um dispositivo quântico que é capaz de gerar todos os futuros possíveis em uma superposição simultânea.
O professor assistente Mile Gu, da NTU, que liderou o desenvolvimento do algoritmo quântico que suporta o protótipo, explica:
Quando pensamos no futuro, nos deparamos com uma ampla gama de possibilidades. Essas possibilidades crescem exponencialmente à medida que nos movemos para o futuro. Por exemplo, mesmo que tenhamos apenas duas possibilidades para escolher a cada minuto, em menos de meia hora há 14 milhões de futuros possíveis. Em menos de um dia, o número excede o número de átomos no universo.
No entanto, o que ele e seu grupo de pesquisa notaram foi que um computador quântico pode examinar todos os futuros possíveis colocando-os em uma superposição quântica, semelhante ao famoso gato de Schrödinger – que está simultaneamente vivo e morto.
Para fazer esse esquema eles juntaram forças com o grupo experimental liderado pelo professor Geoff Pryde, na Universidade de Griffith. Juntos, a equipe implementou um processador fotônico de informação quântica especialmente desenvolvido em que os possíveis resultados futuros de um processo de decisão são representados pela localização dos fótons (partículas quânticas de luz).
Eles então mostraram que o estado do dispositivo quântico era uma superposição de múltiplos futuros potenciais, ponderados por sua probabilidade de ocorrência.
Jayne Thompson, membro da equipe de Cingapura, diz:
A operação deste dispositivo é inspirada pelo Prêmio Nobel Richard Feynman. Quando Feynman começou a estudar física quântica, ele percebeu que quando uma partícula viaja do ponto A para o ponto B, ela não segue necessariamente um único caminho. Em vez disso, ela percorre simultaneamente todos os caminhos possíveis que conectam os pontos. Nosso trabalho estende esse fenômeno e o ajusta para modelar estatísticas futuras.
A máquina já demonstrou uma aplicação: medir o quanto nossas tendências afetam uma escolha específica no presente, a qual terá um impacto no futuro.
Farzad Ghafari, membro da equipe experimental, explica:
Nossa abordagem é sintetizar uma superposição quântica de todos os futuros possíveis para cada tendência.
Ao interferirmos mutuamente nessas superposições, podemos evitar completamente olhar para cada possível futuro individualmente. De fato, muitos algoritmos atuais de inteligência artificial (IA) aprendem vendo como pequenas mudanças em seu comportamento podem levar a diferentes resultados futuros, de modo que nossas técnicas podem permitir que IAs quânticas melhoradas aprendam o efeito de suas ações com muito mais eficiência.
A equipe observa que enquanto seu protótipo atual simula pelo menos 16 futuros simultaneamente, o algoritmo quântico subjacente pode teoricamente escalar sem limite.
Pryde diz:
É isso que torna o campo tão empolgante, Isso nos lembra muitos computadores clássicos nos anos 60. Assim como poucos poderiam ter imaginado os muitos usos de computadores no futuro, hoje ainda estamos longe de conhecer o verdadeiro potencial dos computadores quânticos. Cada descoberta de uma nova aplicação fornece mais impulso para o seu desenvolvimento tecnológico.
A acusação de Julian Assange, o fundador do WikiLeaks, entrou no Tribunal Distrital Federal na Virgínia. (PDF, 7 páginas, 0,22 MB)
A única acusação, conspiração para cometer intrusão de computador, decorre do que os promotores disseram ser sua concordância em quebrar uma senha para um computador secreto do governo dos Estados Unidos. Não é uma acusação de espionagem, um detalhe significativo que será um alívio para os defensores da liberdade de imprensa. O governo dos Estados Unidos havia considerado até pelo menos no ano passado acusá-lo de uma ofensa relacionada à espionagem.
Assange, de 47 anos, estava morando na Embaixada do Equador em Londres desde 2012. Autoridades britânicas o prenderam depois que ele foi expulso pelos equatorianos. A Polícia Metropolitana disse que Assange havia sido detido em parte em conexão com um mandado de extradição apresentado pelas autoridades nos Estados Unidos.
Assange, nascido na Austrália, está há muito tempo na mira do governo dos Estados Unidos desde a publicação em 2010 de documentos e vídeos americanos sobre as guerras no Afeganistão e no Iraque, e telegramas confidenciais enviados entre diplomatas.
Assange foi mais recentemente atacado pela divulgação de sua organização durante a campanha presidencial de 2016 de milhares de e-mails roubados dos sistemas de computadores do Comitê Nacional Democrata, levando a uma série de revelações que envergonharam o partido e a campanha de Hillary Clinton. Os investigadores dos Estados Unidos disseram que os sistemas foram invadidos por agentes russos.
Ele terá o direito de contestar o pedido de extradição dos Estados Unidos nos tribunais britânicos. A maioria das pessoas que lutam contra pedidos de extradição argumentam que o caso é politicamente motivado e não motivado por preocupações legais legítimas.
Pela primeira vez na história, uma equipe internacional de cientistas conseguiu registrar em imagem a sombra de um buraco negro, comprovando algo previsto desde 1915 pela teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.
A imagem foi obtida pelo consórcio científico EHT (Event Horizon Telescope), um conjunto de oito telescópios que operam pelo princípio da interferência, espalhados pelo mundo, e que desde 2017 estão apontados para o centro do objeto M87, uma enorme galáxia localizada no aglomerado de Virgem, distante 54 milhões de anos-luz da Terra.
Sombra do Buraco Negro
Naturalmente, a cena não mostra diretamente o buraco negro, já que a característica óptica desse tipo de objeto é justamente o de absorver as ondas eletromagnéticas.
O que a imagem mostra é a sombra negra, tecnicamente chamada de horizonte de eventos e também o redemoinho de poeira e plasma (gás incandescente) que circunda o buraco negro, antes de serem absorvidas em direção ao centro.
De acordo com os cientistas, o objeto fotografado é 6.5 bilhões de vezes mais maciço que o Sol e se expande por 40 bilhões de quilômetros de diâmetro, aproximadamente 3 milhões de vezes o tamanho da Terra.
Nem a Luz Escapa
Os buracos negros são objetos super maciços, que geram um campo gravitacional tão forte que nem mesmo a luz, viajando a quase 300 mil km/s, consegue escapar de seu interior - por isso a denominação "buraco negro".
Se estiver imerso em uma área muito brilhante, como por exemplo, um disco de gás aquecido, o buraco negro deve criar uma região escura ao seu redor - exatamente como a da foto - algo previsto pela primeira vez em 1915 por Albert Einstein, em sua Teoria da Relatividade Geral.
Em seu arrazoado, Einstein previa que a passagem de um fóton próximo a um objeto super maciço seria capturado pela sua gravidade, ou seja, cairia dentro do buraco.
Buraco Negro
Um buraco negro é o resultado da deformação do chamado "espaço-tempo", provocado pelo colapso gravitacional de uma estrela com pelo menos 30 vezes a massa do Sol. Esse processo de extinção é chamado de supernova.
De forma muito simplificada, o material resultante da estrela, por ter massa muito elevada, passa a atrair o gás e poeira ao seu redor, o que em teoria colaboraria com seu crescimento e capacidade de absorção, ficando maior e mais forte, mas existem diversas opiniões que divergem de como essa expansão acontece.
Até hoje, os pesquisadores não sabem ao certo o que existe dentro de um buraco negro, a não ser sobre a matéria e dinâmicas que deram origem à sua formação. O que se passa depois de o material ter sido absorvido e extremamente comprimido ainda é um mistério e esse registro é o primeiro passo para uma melhor compreensão desse processo.
O fragmento, feito principalmente de ferro, níquel e outros metais, fica a 410 anos-luz da Terra, na constelação de Virgem. Ele poderia ter tido um quilômetro, ou centenas de quilômetros de diâmetro, mas como é denso o suficiente para ter sobrevivido à morte explosiva e subsequente evolução de sua estrela-mãe, provavelmente fazia parte de um grande planeta com uma órbita mais distante. Agora circunda a anã branca tão de perto que completa uma órbita a cada 123 minutos.
Christopher Manser, físico da Universidade de Warwick, na Inglaterra, e líder de uma equipe internacional que relatou seus resultados na Science na quinta-feira (4), disse:
O fato de termos descoberto um corpo orbitando em um período de duas horas é uma clara evidência de que um corpo planetário pode sobreviver a esse processo destrutivo.
Uma anã branca é o produto final deixado para trás quando uma estrela tão grande quanto o Sol ou um pouco maior fica sem combustível, expira e finalmente encolhe em uma brasa densa do tamanho da Terra. O universo está cheio dessas lápides densas.
No processo de morrer, no entanto, essas estrelas primeiro incham-se nos chamados gigantes vermelhos, envolvendo e destruindo seus planetas internos. Quando nosso Sol passar por esse processo em 5 ou 6 bilhões de anos, ele incinerará tudo dentro da órbita de Marte e provavelmente quebrará as órbitas dos planetas mais externos. Não há chance de que a vida neste planeta tenha sobrevivido ao evento, e é desconhecido se o objeto físico agora conhecido como Terra irá perseverar ou ser arrastado para seu destino no Sol.
O recém-descoberto fragmento planetário está a apenas 512.000 quilômetros da anã branca. Isso está bem dentro do raio presumido da estrela original, e muito mais próximo do que os astrônomos esperariam encontrar algo sólido.
O Dr. Mnaser disse:
Então, se o Sol estivesse posicionado onde a anã branca está, o planetesimal estaria orbitando dentro do Sol.
Estima-se que a estrela original tenha tido o dobro da massa do Sol e explodiu há cerca de 100 milhões de anos, disse Manser.
O Dr. Manser, junto com Boris Gänsicke, também da Universidade de Warwick, vem estudando o disco em torno de uma anã branca conhecida como SDSS J122859.93 + 10432.9; eles usaram uma variedade de telescópios, mais recentemente o Gran Telescopio Canarias em La Palma, nas Ilhas Canárias, na Espanha. Esta é uma de um punhado de anãs brancas conhecidas por serem cercadas por discos de detritos.
O homem que se considera um viajante do tempo multidimensional fez essas revelações surpreendentes enquanto falava no programa de rádio Coast to Coast AM da semana passada.
De acordo com Jason Quitt, a próxima guerra entre alienígenas e humanos será tenebrosa, e forçará a humanidade a mudar a ordem mundial existente. Quitt também deixou claro que não é capaz de mudar o futuro, criando assim um paradoxo.
Em um determinado momento, Quitt revelou ter testemunhado uma cidade tecnologicamente avançada, onde os habitantes podiam se comunicar com pessoas e objetos usando telepatia. Ele também revelou que os seres humanos que vivem no futuro estão integrados à inteligência artificial (IA). O viajante do tempo acrescentou que o governo no futuro será na verdade uma presença de Inteligência Artificial (IA) conectada a cada pessoa na Terra.
Jason Quitt, durante a entrevista, também detalhou as consequências da guerra entre alienígenas e humanos. De acordo com ele, a guerra que será travada entre alienígenas e humanos não será a mesma descrita nos filmes de Hollywood, e será muito mais desastrosa do que isso.
Ele disse:
O que se vê em uma zona de guerra não é o que você vê nos filmes, é muito diferente e dói ver essas coisas. Você fica chocado e não sabe como expressar isso porque fica com você,
Jason Quitte está agora lentamente emergindo como uma personalidade popular entre os teóricos da conspiração em todo o mundo. Em várias palestras e entrevistas, ele deixou claro que ele não tem a capacidade de viajar fisicamente no tempo; em vez disso, ele pode viajar pelo tempo, deixando seu corpo.
Quitte revelou durante a entrevista no Coast to Coast AM:
Quando estou fora, perco todo o controle. Eu não tenho ideia para onde estou indo ou se vou mesmo manter essa memória. Se eu tentar influenciar a experiência, eu acordo. Essas experiências parecem durar apenas alguns minutos – são muito rápidas. Então eu estou tentando muito estender isso…
Uma equipe de engenheiros desenvolveu um novo tipo de asa composta de centenas de peças individuais que poderiam ser mais leves e mais eficientes em termos energéticos.
A abordagem demonstrada pela NASA e pelo MIT permitirá que toda a superfície da asa se deforme, pois utiliza uma mistura de segmentos repetitivos rígidos e flexíveis. Os minúsculos subconjuntos são aparafusados juntos em uma estrutura aberta e cobertos com uma fina camada de polímero.
Os processos de decolagem, de cruzeiro e de pouso de um avião exigem diferentes configurações de asa. As asas dos aviões atuais exigem muitos componentes diferentes para criar superfícies controláveis, como ailerons, para ajustar o roll e o pitch. Isso significa que, se você quer que uma asa faça algo em voo, é necessário projeta-la com isto em mente desde o início. As asas não são otimizadas para nenhuma dessas situações. O novo design da asa pode mudar sua forma para criar um melhor formato para cada fase do voo.
Deve ser possível criar um sistema motorizado que permita que os pilotos alterem a forma da asa no comando para decolagem, cruzeiro e pouso, mas a equipe levou o projeto um passo adiante ao criar um sistema que automaticamente muda de forma baseado nas condições aerodinâmicas atuais. Eles dizem que isso pode levar a ganhos substanciais de eficiência.
A equipe demonstrou a eficácia do projeto construindo uma asa protótipo de cinco metros de comprimento – semelhante à asa de um pequeno avião de assento único. Os pesquisadores usaram moldagem por injeção com resina de polietileno para produzir as subunidades individuais, levando apenas 17 segundos para bombear cada uma delas. Quando montada, a asa tem uma densidade de 5,6 quilos por metro cúbico em comparação com mais de 1.500 quilos por metro cúbico de borracha, que tem a mesma rigidez.
A asa teve um desempenho ainda melhor do que o esperado no túnel de vento da NASA no Langley Research Center. Os projetistas estão esperançosos de o projeto poderá ser ampliado para voar em aeronaves reais em um futuro próximo.
Edifício Joelma: histórias de terror e mistério nunca antes reveladas
O prédio foi palco de um incêndio devastador há 44 anos; hoje, não faltam relatos que fazem do local um dos mais mal-assombrados de São Paulo
Há 44 anos, o Edifício Joelma ardia em chamas no centro de São Paulo
Nem foto, muito menos filmagem. Nenhum registro pode ser feito no interior do Edifício Praça da Bandeira, em São Paulo, o antigo Joelma. Se você tiver a oportunidade de conversar com algum funcionário do prédio para entender o motivo, provavelmente vai escutar alguma história realmente assustadora.
Há exatos 44 anos, centenas de pessoas morreram no local após um incêndio devastador. O edifício foi reformado, mudou de nome, mas até hoje uma áurea inexplicável ronda o terreno, tido por muitos como amaldiçoado desde os tempos da colonização.
Durante algumas semanas — incluindo três visitas durante a madrugada —, o Hora 7 apurou histórias de pessoas que viveram situações extremamente sobrenaturais no Joelma. Entenda a seguir as proporções dessa tragédia e acenda a luz antes de ler qualquer uma das histórias abaixo.
Cadáveres somem das fotos
Reprodução/Matheus Vigliar
Imagine fazer fotos de cadáveres e, quando reveladas, eles simplesmente desaparecerem das imagens. Foi isso que aconteceu com uma das peritas que investigou o incêndio no Joelma.
A história é contada por um ex-auditor que esteve no edifício em 2 de fevereiro de 1974, um dia depois da tragédia. Ele ainda relembra os pedaços de corpos espalhados por todos os cantos. "Você percebia um corpo inteiro, mas, quando virava para vê-lo, encontrava apenas a metade."
Meses depois, ele encontrou a perita que fez a revelação sobrenatural: "Muitas fotos tiradas de corpos e objetos, quando reveladas, apareceram vazias."
O ex-auditor também afirma que, 36 horas após o incêndio ter começado, ainda havia uma coluna de concreto fumegante. Ele foi voluntário da Defesa Civil do Estado de São Paulo e também trabalhou no local três dias antes do incêndio. Na noite de 2 de fevereiro, foi convocado para dar suporte aos bombeiros.
Ao chegar no 19° andar, uma cena marcaria para sempre a vida desse senhor: "No banheiro, duas moças estavam mortas em pé, abraçadas e coladas. Não tinham cabelos e nem roupas."
Sombra macabra nas câmeras
Reprodução/Matheus Vigliar
Muitos curiosos e "caçadores de mitos" que visitam o antigo Joelma pela primeira vez não retornam ao local. E têm motivos para isso.
Em uma noite de sábado, um casal de estudantes chegou ao edifício para um trabalho escolar. O funcionário que os atendeu não se importou que eles acessassem os primeiros andares e acompanhou o trajeto pelas câmeras. Mas, algo estranho aconteceu: “Nas imagens, havia uma terceira pessoa. Era uma sombra que lembrava um humano."
"Tenho acesso ao espelho do elevador, e, na hora que eles entraram, a mesma sombra escura segurava a porta", lembra. Quando o casal retornou ao térreo, o funcionário descreveu o “fantasma” para eles. A dupla ficou apavorada e deixou o prédio o mais rápido.
Ao rever as imagens, o rapaz conta que a “assombração” não apareceu em nenhuma filmagem.
(reportagem: David Plassa/Hora7)
Explosão na calada da noite
Reprodução/Matheus Vigliar
Duas funcionárias faziam hora extra no 14º andar do antigo Joelma, em São Paulo, quando algo inexplicável aterrorizou a dupla.
Um vidro temperado estourou com toda a força na sala ao lado! "Não era vento. Olhei todas as janelas e estavam fechadas. O vidro simplesmente explodiu", contou uma das funcionárias. "Não ficamos mais tempo para ver se era mesmo um fantasma", completou a outra.
A hipótese do vento foi a explicação dada pela equipe de manutenção do prédio, que trocou o vidro no dia seguinte.
Antes da meia-noite, estarei à sua porta
Reprodução/Matheus Vigliar
Um homem misterioso com várias chaves desapareceu diante dos olhos de dois rapazes no antigo Joelma, em São Paulo.
Os ponteiros do relógio estavam prestes a marcar 23h, quando a dupla começou a ouvir barulhos de chaves vindos do corredor. Os sons começaram a chegar cada vez mais perto.
Curiosos, eles olharam em direção à porta e viram um homem com um grande chaveiro pendurado na calça. Alguns segundos se passaram e a figura sombria simplesmente desapareceu.
Funcionários do edifício garantiram o fenômeno ao Hora 7: "Os dois viram. Não foi uma alucinação." Os rapazes deixaram o prédio imediatamente após a experiência macabra.
(reportagem: David Plassa/Hora7)
Estudante agoniza após visita ao Joelma
Reprodução/Matheus Vigliar
Gravar um documentário estilo "Bruxa de Blair" durante uma noite no antigo Edifício Joelma para um trabalho de faculdade. Essa foi a ideia “promissora” do publicitário Daniel Branco, 30.
Ao explicar a ideia nas redes sociais, o rapaz foi desaconselhado a pernoitar no lugar mal-assombrado: "Não mexa com isso”, avisou uma pessoa que tinha conhecimento dos fenômenos sobrenaturais do prédio.
Daniel não deu ouvidos e insistiu para que a figura enigmática lhe passasse algum contato do local da tragédia. Ao ligar, foi informado que fotos e filmagens no interior do edifício eram proibidas. Ele resolveu ir até lá.
Nenhum funcionário autorizou a entrada de Daniel. Frustrado, voltou para casa, mas, no caminho, já sofreu as consequências da desobediência.
"No metrô, senti uma coceira, uma bolinha vermelha que crescia. Quando cheguei em casa, as manchas tomaram todo meu corpo, e meu primo me disse que eu estava pegando fogo.”
Após quase duas horas de agonia, as machas sumiram, assim como apareceram: inexplicavelmente. E o documentário nunca saiu do papel.
Imagem da NASA Hubble 'Gateway to HEAVEN' mostra Jesus na cruz na galáxia distante
(Imagem: GETTY • NASA)
Uma imagem do telescópio Hubble da NASA, que mostra o centro de uma galáxia distante, também revela o que alguns chamam de "portal para o céu".
Uma imagem de 1992 do telescópio mostra o que parece ser um “CRUZ” envolto por uma luz brilhante no centro da Galáxia do Redemoinho, que fica a 23,16 milhões de anos-luz da Terra. Enquanto a NASA diz que a imagem é natural, alguns afirmam que é celestial. Os teóricos da conspiração religiosa acreditam que o que a imagem realmente descreve é uma silhueta de um homem pendurado em uma cruz, provavelmente Jesus na crucificação.
"Isso levou alguns a afirmar que é o Portal do Céu"
Uma pessoa escreveu no fórum de teorias da conspiração Disclosure.tv: “Este é certamente um sinal de que Deus existe e ele está nos mostrando que o céu reside no centro da nossa galáxia”.
Outro acrescentou: "Talvez esta seja a luz que precisamos seguir quando morrermos e como Jesus disse, se você acredita em mim, você vai passar para o céu."
Uma terceira pessoa disse: “Interessante. Eu diria que X marca o local, mas parece um crucifixo. Na verdade, parece uma figura pendurada em um crucifixo.
A cruz tem 100 anos-luz de diâmetro (Imagem: NASA)
No entanto, de acordo com o site do Hubble, a cruz aparece devido à “absorção pela poeira e marca a posição exata de um buraco negro.
“A barra mais escura pode ser um anel de poeira que tem 100 anos-luz de diâmetro.
“O toro de borda não apenas esconde o buraco negro e o disco de acreção de serem vistos diretamente da Terra, mas também determina o eixo de um jato de plasma de alta velocidade e limita a radiação do disco de acreção a um par de cones de direção oposta. luz, que ioniza o gás preso em seu feixe.
"A segunda barra do 'X' pode ser um segundo disco visto na borda, ou possivelmente gás e poeira girando em MS1 cruzando com os jatos e cones de ionização."
As imagens que apresentamos vêm da Aurora Sky Station (AO VIVO), uma webcam que transmite as extraordinárias fotografias da Aurora Boreal que ocorre na cidade de Abisko (Suécia), definiu precisamente o templo da aurora boreal.
Na parte norte da Suécia, as chances de ver o show de luzes do Ártico são de 95%. Muito alto. Três dias são suficientes para garantir o espetáculo mais extraordinário do mundo. Na longa noite polar, nos meses em que o sol desaparece atrás do horizonte, o maior espetáculo do mundo é encenado: tempestades magnéticas pintam o céu com mil cores com espirais repentinas, feixes de luz, tranças e passeios de dança.
Mas o que aconteceu na noite entre 5 e 6 de abril de 2019 permanecerá bastante impresso na memória de muitos habitantes de Abisko, quando dezenas e dezenas de esferas de luz apareceram. Para sinalizar a presença de algumas luzes misteriosas no céu às 00: 19h é o especialista em fotografia Mia Stålnacke, que publicou no Twitter as primeiras imagens gravadas pela WebCam Aurora Sky Station.
A sequência de imagens impressionantes começa às 00:19 e termina em 01.04, um período de cerca de 45 minutos em que misteriosas esferas de luz aparecem no céu que liberam outros pequenos objetos no céu claro. As fotografias gravadas pela web cam estão disponíveis aqui no site:https://www.auroraskystation.se/live/
Apenas deslize no vídeo gravado a partir de 00:19 comece a assistir a dança das luzes.
O mesmo fotógrafo Mia escreveu um tweet dizendo: "Mas o que são essas luzes? Nunca visto antes! As pessoas estão sinalizando para você que eles viram isso em Abisko. Formação perfeita de luzes que se moviam para frente, então pequenas luzes "caindo" saíam das esferas maiores de luz. As pequenas esferas de luz então se moviam e seriam as tiras finas visíveis sob as nuvens azuis que elas deixavam no céu. Então, o que poderia ser?
Segundo os ufologistas estas são frotas de Esferas de Luz (OVNIs) que liberam outras pequenas esferas, as famosas flotilhas ovais, muitas vezes avistaram essas áreas polares, mas também na América do Sul, Estados Unidos, Rússia e Europa. Segundo o pesquisador Massimo Fratini, é a abertura dos portais dimensionais ou estelares, onde de fato as esferas de luz entraram na atmosfera da Terra. As nuvens azuis visíveis imediatamente depois são nuvens de plasma deixadas pelos OVNIs que escaparam dos StarGates, dos quais, dadas as imagens seriam apenas duas.